EMD Cast #62: HQ Review – The Boys

Dae, pessoal!Aqui é o Estupratom novamente.

Hoje não tem ranking semanal, mas tem algo muito melhor. Hoje eu trago a review daHQ The Boys. Essa é uma obra prima do mundo dos comics e foi escrita pelo roteirista com menos coração que eu já vi: o lendário Garfh Ennis.

O autor já ganha três pontos de carisma por ser irlandês, mas isso não vem ao caso. Ele escreveu os melhores arcos de obras famosas, como Hellblazer, Darkness e Justiceiro. E ele criou obras magníficas como Crossed, Hitman, Apenas um Peregrino, The Pro e suas duas obras primas, Preacher e The Boys.

Nesse podcast temos a participação especial de um grande amigo meu, o João, que já foi citado algumas vezes em outros podcasts. O que eu li de mangas, ele leu de comics, e junto com o conhecimento do Lucas, que também entende do assunto, gravamos um dos podcasts mais divertidos que fiz até hoje. E podem ter certeza que teremos mais participações do João no futuro.

 -> PODCAST <-

Lembrando que recomendamos que baixem nossos podcasts.

Para fazer o DOWNLOAD e/ou ESCUTAR ONLINEBox.     [SPOILERS: 41:07 ATÉ 01:05:40]

EMD Cast #62_ Review – The Boys.mp3

(para baixar, clique com o botão direito do mouse e escolha a opção “salvar link como”)

– Informações Gerais –

Onde baixar: The Piratebay (inglês) e Vertigem (português-BR).
Status: terminado.
Capítulos: 72.

*Para saber sobre as músicas utilizadas no cast ou caso tenham qualquer dúvida, entrem em contato conosco.

58 pensamentos sobre “EMD Cast #62: HQ Review – The Boys

      • Falou o cara que começou a ler mangas a menos de um ano, insistiu por anos que manga é ruim perto de anime, e que nunca leu um comics de qualidade.

        Os dois tem obras boas. Não da para generalizar os dois mas The Boys é melhor que muito manga ótimo.

      • Trilles,desculpe mas concordo com o Estupra em que The Boys é melhor que muitos mangas,afinal como todas obras do Garth Ennis utiliza um humor negro,que,nele contem críticas ferinas sobre a natureza humana,politica sócio-econômica…
        Não estou falando que os mangas têm qualidade menor as HQs,somente acho que uma obra para ser melhor que outra(Não importando a mídia na qual foi criada)depende do enredo da mesma.

        • Amigo… Foi sarcasmo… -_-
          Mas sim, eu não gosto muito do estilo de algumas HQs que já parei para olhar, porém, concordo que devem existir não algumas, mas várias do meu gosto por aí. Porém, apenas fiz uma brincadeira…

      • Sabe é difícil identificar sarcasmo na escrita,pois é preciso conhecer plenamente a psique da pessoa em questão,não tendo isto torna-se quase impossível decifrar tal sentimento de escárnio.

      • Não consigo ver nenhuma diferença. O que tem em um tem no outro.
        Afirmo 1000x se for necessário, Manga == Comics == Manhua == Quadrinhos == Manhwa, são a mesma palavra em diferentes línguas, o significado delas são os mesmos e todos são pertencentes ao mesmo universo.

        • Você não sabe o quanto está errado, rapaz. Só em questão do traço, já é completamente diferente. As HQs tem toda uma “linha de montagem” diferente de mangas, e isso difere em manhwas e manhuas também. Cada um tem seu próprio estilo.
          Manhwas principalmente, dependendo do gênero (ou gênero demográfico, se preferir) podemos encontrar manhwas que seguem uma mesma linha ou lógica, com traços parecidos e mensagens parecidas também. São culturas diferentes, amigo.
          A cultura europeia é completamente diferente da japonesa, que é completamente diferente da americana, que também é completamente diferente da chinesa, que por sinal também é completamente diferente da coreana. Enfim, todos são diferentes, por uma simples diferença de cultura entre seus criadores.
          Não vou discutir se ele está certo ou errado em dizer qual é o melhor, já que isso é de gosto pessoal, mas que são coisas diferentes, definitivamente são.

      • Ainda discordo moço.
        Quanto a traço, comparar isso (na minha opinião) é a mesma coisa que nada.Então as animações feitas no Japão da Marvel (sim, existem “animes” da marvel) são coisas distintas das feitas do US? Então se super man fosse desenhado por algum japones ele seria diferente? Acho que não.
        Sei que tem algo mais por cima disses exemplos que eu citei, mas eu estou falando no tocante estética.

        Desculpe a minha “leiguisse”, mas defina “linha de montagem”, assim, poderei discutir melhor sem falar merda de graça.

        Eu digo, que podem existir (e provamelmente existem) hqs americanas que seguem A MESMA linha lógica que os quadrinhos corenos seguem, de mesma forma que a recíproca é verdadeira. Isso não depende do lugar onde você nasceu, senão, Jim lee não faria o que faz, e ele é um coreano que faz quadrinhos para a DC.

        E foda-se se as culturas deles são diferentes. Isso não torna a concepção do que são quadrinhos diferente. A forma na qual quadrinhos são escritos dependem da pessoa que os escrevem, e pessoas podem , e neste tipo de universo no qual estamos tratando elas são, influenciadas por outras culturas. Maurício de Souza (pelo menos ele diz) ter se inspirado em Osamu Tezuka. Para mim, isso já fere o conceito de “diferentes, só porque nascemos dentro de linhas imaginárias diferentes”.

        Mas o ponto principal na minha crítica ao “mangá” é o simples fato de semântica.
        A palavra mangá quer dizer quadrinhos, e não entendo a dificuldade de se aceitar isso.
        E pior, isso vem das mesmas pessoas que quando eu (por exemplo) chamo o sasuke de sa-ssu-que ou o ichigo de i-xi-go, me olham torto e dizem que eu sou um brasileirinho poser, que tenho que aprender falar o nome dos paus no cu dos quadrinhos que eles leem certo. Ou seja, você é um merda que fala a “língua suprema”(tem fã que realmente coloca o japonês nesse patamar) errado, e nós(os fãs) usamos o termo dessa língua de maneira errada justamente para diferenciar algo que não ter como diferenciar (quadrinhos sempre foram e sempre seram histórias ilustradas).
        Para mim, usar esse tipo de diferenciação, é a mesma coisa de dizer que uma banda “x” toca Deathnoisegrindblackmetalsplattercore e a outra banda “y” toca Splattercorenoisegrindblackdeathmetal só porque ela é da cidade vizinha. Se for diferenciar, diferencie cada obra separadamente, só assim estaremos fazendo certo. Afinal, Punpun e Kokou no Hito são seinens né? E porque são tão diferentes? Ambas as obras não se destacam por suas singularidades?Por que bater na mesma tecla, que cria certa segregação? Sim, eu acho que esse tipo de divisão segrega, e parece colocar um contra o outro.

        Enfim, não acho necessária a idéia de o universo dessa forma, até porque essa forma está errada, não tem nada a ver com gosto de cada um, minha intenção era mesmo criar essa discurssão para ver se o universo continuava se comportanto como na época que eu o deixei, e parece ter mudado pouco.

        • Estou falando que são diferentes pelo que nos é apresentado, cara. Se você apenas olhar a forma narrativa de um manga, ou a arte, e os comparar com uma HQ, normalmente os dois se diferem MUITO. Sim, eu conheço animes da Marvel, e eles também têm suas peculiaridades, sinceramente. Não, infelizmente, não é “foda-se” se as culturas deles são diferentes. Sendo, elas já causam um grande impacto nas obras. É claro que existem exemplos como os que citou e até outros que saem do padrão, mas a grande maioria de mangas é bem diferente de HQs, e como comentei, são bem diferentes se comparados aos quadrinhos coreanos e chineses também. Nunca discuti por aqui “o que é um manga”. Sim, manga não deixa de ser um quadrinho, mas é simplesmente diferente em conteúdo e em forma, de maneira específica.
          Ao contrário do que você parece estar apontando para mim, meu objetivo não foi, e nunca será, de separar os públicos ou o que for. Para mim, a narrativa, a arte em preto e branco, dentre outras coisas de mangas, são mais interessantes que o colorido extremo de várias HQs, dos temas fortes que elas usam muitas vezes, e por aí vai. Me é mais agradável, mas reforço, apenas para mim. Estou generalizando, mas ao mesmo tempo tento ter cuidado ao dizer que, ao todo, os dois tipos de artes têm suas peculiaridades, e isso é algo impossível de se negar, que as tornam um pouco diferentes sim. Mas repito, não estou discutindo sobre a semântica no caso.

          E sobre o traço, na verdade, a “ideia” que um japonês poderia ter ao desenhar um Super-Homem poderia sim ser muito diferente que a de um ocidental. Se o mandassem copiar, aí sim, talvez ele fizesse igual, e apenas TALVEZ, já que existem artistas bons e outros ruins, e existem muito mais artistas bons de HQs do que de mangas (palavras inclusive de nosso desenhista que estuda muito sobre o assunto: Lucas).
          Não sei quantos anos tem ou o quanto está decepcionado ou não com o que encontrou por aqui, ou por outros lugares onde andou, mas nosso objetivo, pelo menos aqui no site, é de tentar mudar algumas coisas, e esperamos alcançá-lo.

          Um abraço. Espero que continue nos acompanhando.

      • PS.
        Faltou uma cpisa no último paragrafo, deixe-me corrigir
        “Enfim, não acho necessária a idéia de separar universo dessa forma, até porque essa forma está errada, não tem nada a ver com gosto de cada um, minha intenção era mesmo criar essa discurssão para ver se o universo continuava se comportanto como na época que eu o deixei, e parece ter mudado pouco.”

      • Então parece que terminamos em um 0 a 0.

        Minha percepção não acusa diferenças gritantes entre obras só porque foram feitas em lugares diferentes, não entra na minha cabeça (ao menos parece ser esse o motivo principal pelo qual separam que você me apontou). Para mim é como dizer que eu não presto porque moro no interior e que eu não posso ser ouvinte seu pois meu jeito não te agrada muito. Mas é claro, você pode ter esse tipo de opinião, e não cabe a mim achar certo ou errado e sim a você.
        E para fechar essa questão, o “foda-se” se dá pelo fato de que, se a cultura importa tanto ao escritor, importa o mesmo para o leitor. Quadrinhos japoneses não deveriam nos interessar (visto a nossa cultura), mas a crescente popularização da cultura pop japonesa é um contra-exemplo inegável disso. Na minha cabeça, os dois lados dessa proposição (não lembrei de uma palavra melhor e não quero soar “fodão”, que fique claro) devem ser verdadeiros para que tudo seja verdade.

        O que não ficou bem esclarecido por minha parte é que eu sei que as obras são diferentes, tão diferentes que a maneira errada (ao meu ver) de separar isso poderia ser deixada de lado.
        Sei que Dostoiévski e J.K.Rowling fazem coisas diferentes, mas fazem ambos fazem livros, e é assim que eu acho que devem ser analisados, como livros.
        Achei que com os exemplos que dei, fosse possível ilustrar uma nova forma de enxergar as coisas, algo que pudesse fazer com o que pensas fosse questionado, para fazer o pensamento “evoluir” (não quer dizer necessáriamente mudar, pode ser até arrumar mais argumentos para confirmar isso, mas até nisso, ficamos no 0x0).

        Sim, eu generalizei e usei sim o esteriótipo, mas foi necessário para oa justificativa do porque acho a separação de genêros errada. Acho isso aceitável e até compreensível, de louco e de esteriótipo todo mundo tem um pouco.
        EU quis discutir o que era um mangá, pois esse é o motivo pelo qual as pessoas (o esteriótipo principalmente) compararam tanto. E foi isso o que eu tentei apontar, não necessáriamente quis te chamar de algo assim, detesto esse tipo de coisa, e eu não tive intenção de fazê-lo.

        E quanto a estética, como eu disse anteriormente, eu cago litros para isso, isso é uma das últimas coisas que analiso (mas que ainda tem um peso).

        Sei que foi prepotência minha fazer o que eu fiz (afinal entrar no meio de uma conversa que não é sua é uma babaquisse), momento algum quis faze-lo engolir minha opinião (e se pareceu, não foi intencional) e sei minha “decepção” é meio “miguxa”(e não é algo daqui, não achei que eu passei essa impressão) , aqui ainda é o lugar onde posso expor opinião e receber opiniões boas, por isso eu “causei”.

        Vou continuar acompanhando vosso trabalho, e possívelmente alguém mais terá o desprazer de ler meus comentários (sorte que eu não comento muito), mas ainda assim espero que esse sirva para algo.

      • Trilles:
        Bem, eu não uso Skype, e mesmo se eu o instalasse, ainda não tenho o microfone.
        Mas sinta-se a vontade para me enviar um e-mail, se quiser. (vcs tem ele por causa dos comentários, né? se não tiver, eu passo).

        endrews01:
        Se tu consegue fazer isso com uma redação de 10 linhas, parabéns. Mas cobrar isso de mim, justo agora que a discursão “acabou”, não faz sentido.

      • Na verdade creio eu que o endrews01 estava fazendo uma referencia a One Punch-man onde toda vez que alguem fala passa muito tempo na mesma historia elo o manda calar a boca resumir em uma unica frase de 10 (não lembro se são letras ou palavras e estou com preguiça de procurar nos cap do manga…)Ha e sobre a “briga” de vocês ambos argumentaram tão bem que não sei com quem concordar..

  1. esse JUAO intende bem do assunto ein, tirando the walking dead os unicos HQs que li foram os apresentados no ecchi must die, estou entrando em um mundo bem diferente de historias em quadrinho, espero que recomendam mais HQs

  2. Po Trilles to lendo uma Hq chamada Bourbon Street que tenho certeza que vc vai gostar.Não sei se vc ja ouviu falar.É um slice of life de jazz com uma boa arte,tenta da uma procurada.

      • Em pt,mas comprei o primeiro volume que saiu no brasil,não sei qual é a editora.Mas deve ter scans do trabalho brasileiro na net.Em ingles eu já não sei pq é uma hq européia,quase certeza que é francesa.
        “Bourbon Street – Os fantasmas de Cornelius” é o nome completo.
        Ps:Rola uma review futura de transmetropolitan estupra?

  3. Acho que uma boa recomendação é Y – O ultimo homem , uma execelente HQ que é publicada atualmente no brasil. Eu gosto bastante dos assuntos que ela aborda, acho que vale uma conferida do grupo.

  4. Valeu por me mostrar que esse comic é uma bosta e que Preacher e Justiceiro foram as únicas histórias boas que Garfh Ennis escreveu. Sem dizer que vocês tem uma visão muito fechada e conhecem muito pouco de hq’s. Continuem fazendo reviews apenas de mangás porque ficam muito bons os reviews de mangás que vocês fazem. Principalmente quando tem o Trilles.

    E sim, eu sou um fan imbecil de Naruto!

    • Esse foi o comentário mais imbecil que eu já vi. Garfh Ennis fez muitas obras boas. Eu prefiro o arco do hellblazer feito por ele, crossed, the Boys do que seu arco do justiceiro.

      The Boys é uma grande obra, e vc parece ser um grande …

      O cast ficou muito bom. A participação do João foi ótima. Adicionou bastante informação e falou de forma bem fluida., espero poder ver ele novamente,

    • Eu nem ligo por aparecer mais um gênio falando que não entendemos porra nenhuma sem usar nenhum argumento. O pessoal fan cabeça dura de Naruto já faz isso quase toda semana.

      O que realmente me incomodou foi falar que Preacher e Justiceiro são as únicas obras boas que o Garfh Ennis escreveu. Normalmente eu tento ser educado, mas nesse caso eu prefiro cocordar com o comentário acima.

      PS: Só poderia ser fan do Trilles.

  5. Meu comentário tem nada haver com o post mas…
    Gutinho! Estou virando pedófilo também.
    E boa parte disso devido a Chloe Moretz.
    a pequena grande gostosa. (tem 15 anos)

    Veja essas fotos e tire suas próprias conclusões:

    link removido

    *a segunda é a melhor

    E pessoal ai do EMD mostra esse comentario pro Gutinho, quero ver a resposta dele ao perceber que não está a sozinho no mundo
    obs: Sim, eu gosto de lilicon.

  6. Cara… sinceramente este foi o primeiro HQ que leio, e é ótimo! Realmente to viciado. Espero que as próximas recomendações de HQ sejam tão boas quanto essa…

    Um abraço a todos e obrigado pelo ótimo trabalho!

  7. Antes de fazer qualquer comentário sobre o conteúdo do site gostaria de saber sobre algo que me incomodou…

    Por que um dos integrantes do site se identifica como “Estupratom”? Para não ser injusto e acusar indiscriminadamente alguém, gostaria de saber se isso é referencia à alguma série, mangá, ou algo do gênero (o que ainda não justificaria ao meu ver), ou é uma clara apologia ao estupro e alguém que se diverte ao ser identificado assim… Mas sinceramente seria difícil de acreditar.😦

    Algum frequentador mais antigo do site poderia me informar melhor (já que eu caí de paraquedas aqui).

    • Eu uso esse nick a muitos anos.Uso ele a mais de 10 ano. Eu sou totalmente contra estupro e pedofilia, mas estou muito acostumado com esse nick.

      • Bem… Consegui entender, explica muita coisa. Agradeço pela resposta educada. ( e rápida, acho que tive sorte)

        Sobre o site, meus parebéns pelo conteúdo, apesar de não concordar com todas as críticas, passeando pelas postagens vi indicações de mangás que não tinha ouvido falar em lugar algum, estão na minha lista agora. Foi bom também ver que vocês ainda tem respeito pelos comics americanos, me surpreenderam.

        Sobre a série The boys, eu tenho um probleminha com ela… Sobre o roteiro: Não gosto muito do Garth Enis, acho a qualidade do que eles escreve bem discutível, porém a ousadia dele é incontestável… Agora o quanto essa ousadia acrescenta qualidade à obra dele não sei dizer. Quem sabe no final fica na média.

        Sobre a arte, ela está bem dentro dos padrões dos comics, eu tenho preferência por um traço mais limpo como o do Kirkman ou R.B. Silva.(que talvez vai fazer a Liga da Justiça Internacional !!!) Estou lendo Invencible no momento, até que é bom.

        Hq’s que eu curti :

        Pra quem quer ver uma arte linda:

        1- Non player: Só li a primeira, nem sei se tem outra. Quem não viu a arte dessa hq, sério, pesquisa no google “Non player”, compensa, aquilo é a arte interna da revista, não é poster não. O_O

        2- Black Sad: Personagens carismáticos, e aquele clima noar bacanudo. 🙂

        Uma história fantástica:

        1- Persépolis: não se deixen enganar pelo traço cartunesco e carregado, é uma leitura bem dinâmica e um bom exemplo de como abordar um tema pesado, com eventos trágicos, sem precisar explorar graficamente recorrendo ao gore para chocar. Eu prefiro histórias assim.

        2- O primeiro volume de Walking Dead: Sim, depois que o Kirkmam saiu não consegui continuar lendo, então também é uma indicação de arte, rs. Boa tarde.

    • Daniel de Assis,as HQs que citou têm ótimas histórias(em especial Presépolis que é excelente)só não posso falar de Non player pois nunca a li,poderia dizer-me onde posso encontrar?
      Uma dica se gostou de Persépolis leia a Hq Maus,conta,ela a história de um judeu em meio a 2° GM baseado em fatos reais Art Spilgeman conta sobre seu pai…

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