EMD Cast #74: Arte

Fala galera! Desta vez o EMD lhes traz uma nova série de podcasts. Devido a algumas discussões no site, resolvemos explicar o que para nós faz uma obra ser boa, para evitar futuros desentendimentos. Nessa nova série “Como Analisamos”, mostraremos aos ouvintes/leitores quais são os critérios que utilizamos para analisar obras de forma geral. Essa série de podcasts englobará aspectos como: arte (e como cenários são desenhados nas obras), premissa, narrativa, desenvolvimento de enredo e personagens, personagens, animação e soundtrack.

Nesta semana, trazemos o primeiro podcast onde comentamos sobre arte. Foram algumas semanas discutindo no site, fóruns e afins sobre o que seria uma boa arte. Sendo assim, para esclarecer de vez este assunto, o podcast vem para analisar a arte nos mangas. Só gostaria de deixar claro que essa série de casts é completamente focada apenas nos podcast, sem textos, apenas com imagens para fazê-los entender do que comentamos, e recomendamos MUITO a quem nos acompanha que escutem os devidos podcasts.

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INDISPONIVEL!

Muito obrigado a todos e até a próxima =D

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110 pensamentos sobre “EMD Cast #74: Arte

  1. Em Cross Game o Adachi mostra o windup e a forma ideal que o Koh faz ao dar o release da bola. E muitas vezes mostra o efeito do arremesso em questão. Sendo bola rápida, changeup, bola curva e afins. Mas não há necessidade de mostrar sempre o mesmo windup e release point, então “economizar” nesse caso acho devido, seria uma repetição e uma enrolação sem fim se formos pegar cada passo que o arremessador tem que fazer em cada arremesso que ele mostra. No caso do arremesso em questão, logicamente é uma bola rápida visto a quadro que tem o “movimento” da bola que ele arremessou.

    • Eu não li Cross Game, vi a página, e não entendi que era uma bola rápida, logo, não, isso não seria uma “enrolação sem fim”. Hajime no Ippo não tem uma arte fantástica, mas a movimentação nele, um manga que já tem mais de 100 volumes, é boa do início até o que já foi lançado dele, mostrando corretamente como cada personagem se prepara para dar um soco. É claro que é uma obra mais irrealista, que mostra personagens parados com milhões de socos saindo deles, mas a movimentação que é feita para eles realizarem os socos, está lá na maioria dos casos.
      Em Holyland, um manga de 18 volumes que praticamente fala de briga de rua, podemos ver uma boa movimentação do início ao fim, e diferentemente de Hajime, Holyland é um manga mais realista em suas lutas, logo, cada golpe é muito bem demonstrado, alguns até em várias páginas.

      Como disse, não li Cross Game ainda, outras pessoas do grupo é que leram e comentaram do manga, mas apenas ao folhear o terceiro capítulo da obra, achei isso:

      Essa foi a primeira cena de um arremesso que vi no manga, e sinceramente, nem dá pra ver que a bola foi arremessada.
      1. Cara andando para longe.
      2. Protagonista fazendo uma pergunta.
      3. Mão do maluco e a fala “Se prepare.”
      4. Página seguinte, o personagem já errou ao tentar segurar a bola.
      Cadê o lançamento? Cadê a trajetória da bola no arremesso? Você sabe o que houve, mas a movimentação é completamente resumida, e isso é o sinal de uma arte mal feita em movimentação.
      Não me entenda mal, realmente não li a obra, mas você não aparenta ter escutado ao nosso podcast também, onde citamos que um dos problemas do autor é o fato de ele repetir esses movimentos citados por você a todo o momento.

      • Ele tá fazendo o follow through do windup pro arremesso, fica claro que ele está indo pro arremesso no 3° quadro. O que digo é que o Adachi mostra anteriormente o windup e seu release point e mostra até que forma ele arremssa, overhand, 3/4 e afins. Você não sabe bem a tecnicalidade que tem o baseball e a delicadeza do movimento, nem que um simples movimento deixa você na percepção que ele está no meio do windup. Tem que haver a repetição do movimento, pois no baseball, cada arremesso tem que acontecer, para ele mostrar que haverá o arremesso, ele tem que mostrar que está indo pro windup ou está no release point e afins. O que eu falei de repetição foi em termos de windup, follow through e release point, mostrando até se o pé esquerdo do Koh reto em direção do home plate ou não. Nesse caso Fora que ele mostra a bola indo em direção ao catcher pra te avisar de antemão que arremesso ele faz. E não ouvi o podcast, realmente, mas só o fato de ver a imagem e ver o fato dele economizar na página em questão, resolvi falar.

        Sobre as páginas que você mostrou, fica claramente óbvio que eles estão jogando catch pra ver o quanto o Koh sabe de baseball, quando o Koh pergunta, ele rapidamente responde “playing” catch e pelo visto, ele não sabe localizar e pegar a bola no ar.
        O fato dele falar que vai jogar catch e levantar a luva para o ato mostra que é isso que fazem. Brincar de catch é algo natural no japão. Você quer o lançamento básico de alguém jogando catch? Não precisa de forma nem nada. Isso é uma coisa simples. Mas como vocês não sabem o mínimo sobre o baseball, é entendível.

        • Caro fã de basebol, não sei se você compreende sobre isso, mas como me parece que você é um fã (ou simplesmente um bom entendedor) do esporte, lhe explico.
          Um manga de basebol NÃO PODE SER BOM APENAS PARA QUEM SABE DO ESPORTE!! Em Slam Dunk, por exemplo, Inoue explica ao leitor a todo o momento como o esporte funciona. Não tenho que entender de basebol para gostar de um manga, e como estamos falando sobre ARTE, e não sobre o enredo do manga em si, lhe explico melhor. Sim, eu quero ver o lançamento básico, porque eu quero ver que a bola foi, de fato, lançada! Eu não entendo de luta, mas tem duas pessoas brigando na rua (em Holyland, por exemplo). Você está me perguntando se eu quero ver um amador dando um soquinho no outro? É CLARO QUE EU QUERO! Afinal, a obra tem isso (luta) como um de seus focos.
          Pare de utilizar termos de basebol para tentar fechar seu argumento, pois elas não significaram nada para mim. Em nenhuma das quatro páginas que postei por aqui, pude ver um movimento completo de um lançamento. Da trajetória que a bola tomou, dela indo na direção da mão do “catcher”, e antes mesmo disso, do rapaz se inclinando para arremessar a bola, ou dele arremessando ela. A arte é parada, nenhuma linha de movimento aparece, quando ele desenha a bola no ar, é simplesmente um ovo em meio a um fundo branco com riscos. Você entende isso porque o autor explica o que aconteceu, ou o que o personagem quer fazer, mas não dá para saber se foi uma bola rápida, como você comentou anteriormente, e nas outras duas imagens que mandei, não vejo a movimentação do personagem para fazer o arremesso. Fale o que quiser do Adachi, não defendo nem crucifico ele, mas a arte dele NÃO É BOA, e isto é um fato. Inclusive, temos um desenhista no grupo que entende no assunto e defende esta ideia, que pode lhe explicar tecnicamente o porquê disso, mas ele basicamente repetiria o que estou lhe dizendo, com mais termos técnicos de desenho e mais exemplos.

      • Esqueci de completar na parte de “nesse caso”;

        Nesse caso, quando você quer todos os movimentos possíveis, seria em holyland caso o autor mostrasse os músculos dos ombros se contorcendo, depois no quadro seguinte mostrando o angulo do cotovelo se formando para fazer um soco, depois o punho cerrado indo em direção do rosto do oponente seguinte, para aí, no 4° quadro, mostrar o punho do cara encostando na face do outro. achomais plausível ele tomando o movimento do soco e fazendo o mesmo.

        Entendi o que você quis dizer sobre especificação, mas quando mostra o Koh em alguma parte do arremesso, fica claro que ele está fazendo o arremesso, não precisa mostrar toda vez toda a mecânica necessária para tal coisa.

      • Não estou falando que a arte é boa, apenas em termos técnicos do que ele faz no baseball. Caro Trilles, em um jogo de baseball, você sabe que o catcher fica estático atrás do “home plate”, um placa no chão que o rebatedor fica do lado quando está em posição de rebater, pois bem, ali já determina qual trajetória que a bola tem que percorrer. Vamos para a segunda coisa, vou falar assim, sem termos técnicos, o ato dele ir pro arremesso é definido por uma série de coisas, mas se mostrar apenas um tipo de movimento desse ato, você já sabe que ele fará o arremesso. Na parte que eu falei da bola, a bola já está no ar, e quando ela é estática daquele jeito, sem mostrar algum tipo de curva ou efeito, então dá pra implicar que ela vai em linha reta.

        Sim, pode ser ruim para aqueles que não saibam a coisa básica, entendo que no começo você deve pensar, será que a bola tá indo mto pra cima ou mto pra baixo? Aí que entra a 3ª coisa, a rebatida ou o catcher pegando a bola, ali mostra exatamente onde a bola foi parar. Nessas 3 coisas dá pra você saber que ele arremessou, que tipo de arremesso foi e qual foi a localização da mesma.

        Sobre jogar catch, não há arremesso nem nada complicado como um pitcher faz, é igual você jogar a bola pro seu amigo que está em sua frente.

        O autor em holyland mostra a forma que ele vai pro soco e que tipo de movimento tem que ser implantado, mas não mostra em “camera lenta” o soco como falei. Pode até mostrar em detalhes as vezes, mas nem sempre tira vários quadros pra mostrar a flexão do músculo do cara usado pra movimentar o membro em questão.

      • Fora que em uma luta, o combate é corpo a corpo e não tem a certeza que o catcher fica estático atrás do home plate. Há movimentação de ambas as partes e a possibilidade de acontecimentos são bem maiores sem a certeza de que a bola vai em direção do home plate. Ou seja, detalhar movimento de ambos e de sua localização tem que ser bem mais detalhada que um simples arremesso do pitcher em um montinho em direção do catcher estático.

        • Eu entendi que o autor trata bem do jogo, Hamels, o problema é que “adivinhar” o que acontece com a bola, ou “ficar claro” qual é a trajetória dela, é algo plausível, mas pense bem.
          Vamos sair de Cross Game ou Adachi. Pegue qualquer manga. E não falemos de luta. Vamos lá.

          Se um pessoa vai jogar um avião de papel para a outra, a que vai jogar estando no fundo de uma sala de aula, e a outra na frente, com a professora olhando para o quadro (sem perceber o ato dos alunos). O que seria mais interessante/melhor para a arte do manga: dois quadros mostrando um garoto com o avião na mão, e outro com o outro personagem com o avião em mãos, ou uma página dupla com toda a turma, a sala de aula, um personagem com o braço esticado e linhas de movimento mostrando que ele esticou o braço na hora, o avião quase chegando ao outro, com uma trajetória no ar, e o outro com as mãos esticadas para pegá-lo com linhas de movimento também, além de mostrar a professora sem olhar para os alunos?
          Não discuto que “dá para entender o que acontece” em Cross Game. Se eu ler a obra, talvez acabe entendendo tudo, mas o objetivo deste cast foi de claramente dizer que “entender” nem sempre é o suficiente. É sempre bom ver a movimentação ocorrendo de fato. Não precisa ser algo extremamente detalhado, mas os detalhes, o cenário de fundo, a movimentação completa, tudo isso melhora a leitura de um manga, dando todo um “feeling” mais apurado. Isso dá ao leitor uma imersão maior ao manga, e quando a movimentação é bem montada, com toda a preparação para o movimento, o movimento e si, e o “pós-movimento”, não precisamos imaginar completamente o que ocorreu. O autor auxilia o leitor, muitas vezes com uma bela arte, que ajuda ainda mais o leitor a gostar daquele movimento.

      • Entendi o que você quis dizer. Você quer uma amplitude geral na arte para a total compreensão por todos. De fato seria melhor, não discordo, mas muitas vezes não é necessário e muitas vezes não há condição do autor fazer isso em um jogo bem longo de baseball.

        Você detalhou bem com esse exemplo de aviãozinho de papel. Mas vamos lá para cena que vocês postaram aqui:

        1° de tudo: no 3° quadro da 1ª página, o Koh faz um ato para fazer o movimento, veja aquela forma, é de um arremesso.
        2°: No quadro seguinte aparece a bola estática sem nenhum indício de movimento, ou seja, ela vai reta.
        3°: onde parou? Parou no home plate, o rebatedor pegou ela na altura do cotovelo dele, ou seja, mais ou menos na altura da máscara do catcher agachado, um pouco alto para a zona de strike.
        4°: Depois do contato, em que lugar a bola parou? Veja que há uma tela de proteção, a tela de proteção fica atrás do catcher, ou seja, ele rebateu para trás.

        Está aí todo o movimento mastigado. Agora, em um jogo longo de mais de 8 capítulos, por aí, seria necessário uma extensão gigante dessa imagem? Não. O mangá teria o dobro do tamanho. Esteticamente podia ser melhor, compreensão de todos, sim, mas dá prater uma compreensão sem ser mastigado, deixa mais compacto e menos desgastante. É porque eu to com um pensamento acerca do total do movimento que seria grande demais para cada detalhe do jogo que o Adachi coloca. Seria cansativo demais. Por isso to defendendo essa parte em termos gerais, não só na arte, mas também como ficaria em um todo.

        Excluindo cenas para falar da arte sem ver todo o contexto acho meio tenso, pois detalhar cada coisa seria desgastante e seria bem negativo, falando sério. E vários mangás de baseball possuem abordagens parecidas em jogos, se for pra ampliar do jeito que você tá dizendo, é tenso demais.

        • Para encerrar, só devo dizer que entendi o que defende em Adachi, mas nos mangas que já citei, como Slam Dunk e Hajime no Ippo (mangas de esportes diferenciados), partidas/lutas ocorrem por volumes (30-40 capítulos em média, quando não mais), e Slam Dunk é um dos mangas mais vendidos de todo o mundo (o segundo se não me engano) e Hajime no Ippo tem tanto público, aqui, no exterior, e até no próprio Japão, que o manga já completou mais de 100 volumes.
          Acredite, repetir movimentos, quando eles são bem desenhados, bem feitos, com detalhes e afins, não é algo ruim. Essas páginas servem como páginas de impacto para o leitor. Exemplo: você vê em uma página 3 quadros, em um Ippo leva o punho para trás, no segundo ele começa a levá-lo para frente, no terceiro, seu rosto e em seus olhos o rosto do adversário, e na página seguinte, uma página inteira do soco atingindo o rosto (e eu nem li Hajime no Ippo, estou inventando isso). Imagine isso em um jogo de basebol.
          Um personagem vai rebater. Ele se prepara, em seus olhos vemos a bola com um pouco de cenário atrás, no outro quadro apenas seu taco se movimentando para trás, e na página seguinte, dois quadros, um pequeno com o taco acertando a bola, e outro com o taco já do outro lado do corpo, e a trajetória da bola para o ar.
          É algo que causa muito mais impacto. Não é repetitivo. Não é ruim. Bom, isso é algo subjetivo, pode até ser para você, mas para milhões que leram/leem Hajime no Ippo e Slam Dunk (e estes são apenas alguns exemplos), isso não foi um problema nem de perto. Pelo contrário, foi um ponto forte das cenas das obras.

        • Vou dar uma resumida rápida. Na obra do Adachi você entende o que está acontecendo, principalmente por causa do enredo e dos personagens, que praticamente narram o que acontece. Você entender o que aconteceu não torna a arte boa, ela apenas faz o seu trabalho.

          As obras do Adachi tem esportes, mas eles estão longe de ser o foco da atenção. O principal do autor é a relação entre os personagens, e por isso a movimentação básica não afeta muito a qualidade da obra. Mas um manga realmente focado no esporte precisa de uma boa movimentação para que as partidas ou lutas sejam impactantes. Nenhuma cena esportiva do Adachi é impactante através da arte, uma cena pode impressionar devido ao enredo. Por exemplo, um personagem fazer uma jogada que vira a partida ou que impressiona a todos é impactante apenas por causa de sua repercussão.

          E devido ao fato do autor mostrar apenas o básico da movimentação, eu sinto que as cenas espertivas de H2 por exemplo são muito mais repetitivas do que as de HNI. Podemos pegar dois lançamentos diferentes, com volumes de diferença, que muitas vezes se não lermos os diálogos e repararmos apenas no desenho, eles parecem ser o mesmo lançamento. Em HNI por exemplo, mesmo tendo visto o mesmo golpe diversas vezes, o autor muda constantemente o angulo do referencial, posição corporal e reação dos lutadores, mostrando algo novo mesmo utilizando um golpe que ele já usei centenas de vezes.

    • Voltei aqui. Li todas as obras mais importantes do Adachi. Li também Slam Dunk e Hajime no Ippo até a luta do Ippo vs Woli, ou seja, quase mil capítulos. Fora que eu li uma penca de mangás de esportes, penca mesmo.

      Vamos lá de novo ao Trilles primeiro, pois acho que ele não soube interpretar o que disse, e provavelmente por não ver todos os esportes dos mangás citados, fica com uma mentalidade e comparação besta com todos esses mangás, citando basquete e baseball com se fosse o mesmo tipo de abordagem na arte. Inoue não mostra todos os quiques da bola, nem a sua ida e vinda, mostra? Começamos aí. Você quer comparar algo como basquete que exige movimentação constante por 5 membros de cada equipe? Você tem que saber onde cada um tá a cada momento e quer comparar com um arremssador e catcher em um arremesso? Sério mesmo? O mesmo serve pra HnI. Claro que posição e movimentação tem que ser mais bem abordada no basquete e boxe. Baseball é diferente partindo do arremesso do pitcher até o catcher, como expliquei, na imagem dá pra saber muito bem. PODE abordar melhor, sim, claro, sempre há como abordar melhor, mas não há uma necessidade por parte do autor.

      E baseball não é controlado por tempo, é controlado por entradas que podem ter centenas de arremessos, mais de 200 ocorrem em cada jogo brincando, e adachi aborda bem cada fase e entrada importante. Você colocar preciosismo demasiado na arte é exagero e seria exaustivo no mangá.

      E Estupratom,
      O esporte está longe de ser um foco nos mangás citados do Adachi? Rapaz, isso foi dito mesmo? Meu Deus do céu. O romance e relação dos personagens se correlacionam com o esporte em questão. Eles se envolvem e entram fundo nos torneios e jogos e também há a relação e romance citados. Mas falar que de longe é foco é brincadeira. Você leu H2? Viu os diversos e milhares de torneios, viu o confronto em que Hiro não pisa na primeira base pra não machucar o oponente e afins, aquele jogo e os demais que abordaram foram extras? Aquele do irmão gordinho que tinha medo de ser assustado por trás foi o quê? Fora os infinitos jogos foram apenas pra quê? Houve claramente uma abordagem enfática no esporte sim, pois todos os protagonistas viviam o baseball, tanto em cross game, como em H2.

      Fora que você cita o mesmo golpe em hajime no Ippo com referencial diferente.Ok, nenhum golpe repetido tem as mesmas circunstâncias e os boxeadores não possuem o mesmo estado físico sempre, então todo golpe repetido terá uma abordagem diferente se o mangaká for decente, é normal e devido, não fazer isso é tenso. Para o arremessador ser bom e constante, é necessário repetição no ato do arremsso, não dá pra fugir disso, a forma do arremessador ir para o arremesso tem que ser constante para não haver alteração em seu controle do arremesso. E sim, Adachi mostra ângulos e referencial diferente do ato do arremesso do Koh. Ás vezes quando a bola acaba de sair da mão, ou ele no primeiro movimento pro arremesso.

      Esportes diferem assim como a abordagem. Sim, na arte também. Slam Dunk e Hajime no Ippo possuem mais detalhes e possuem uma arte melhor? Sim, sem dúvida, mas o que eu quero dizer é que o Adachi é competente no que faz com o baseball e mostra o que quer de forma compacta. Sem necessidade de detalhes espalhafatosos e sequência de imagens excessivas.

      E como vi, não vamos mudar de ideia e tudo que eu postei provavelmente será distorcido e colocado em uma perspectiva em que uma comparação entre esportes é inválida ou abordagem é diferente.

      E os próximos posts serão repetidos e não vou mais me repetir. Encerro meus posts aqui. Grato pela atenção.

      • Ai minha paciência. Vou falar apenas um vez e não vou mais me repetir.

        As obras do Adachi tem esporte, algumas mais do que outras, mas o tema central do enredo é a relação dos personagens. Obviamente o esporte está entrelassado e influencia do desenvolvimento dos mesmos, mas o esporte nunca foi o tema PRINCIPAL de nenhuma obra do Adachi.

        Obras que tem o esporte como tema principal trabalham MENOS os personagens e romances DO QUE TRABALHAM O ESPORTE. O principal foco dramático está no desenvolvimento esportivo dos personagens e dos resultados dos confrontos.

        exemplos: Eyeshield 21, Slam Dunk, HNI, Kuroko no Basket, Prince od Tennis, Captain Tsubasa, etc.

        As obras do Adachi tem esporte mas o foco principal são os personagens, seus relacionamentos de amizade e romance e seus desenvolvimentos individuais.

        exemplos: Kokou no Hito, Susuka, GE: Good Ending, Attaque, Nononono, Ashita no Joe.

        Próximo assunto. Você realmente quer teimar com a movimentação do Adachi, então vamos lá:

        Major é um manga de baseball que tem uma movimentação melhor que as do Adachi, e ao mesmo tempo tem muito mais detalhes no cenário, roupas e personagens. E Major não é o único manga de base ball com movimentação superior, também temos One Outs, Rookies, Big Windup!, Diamond no Ace, etc.

        Então não me venha com a merda de que o problema é comparar baseball com outros esportes porque esse nunca foi o caso. Ate de movimentação independe do enredo. Para um autor que fez MUITAS obras de baseboll, sua técnica de movimentação é insuficiente. Você entende o que acontece quando explicado pelo enredo, mas isso está LONGE de tornar a movimentação boa.

        Agora vou comparar com outros esportes que o Adachi fez:

        Katsu é um manga de boxe. É óbvio que o tema principal do manga não é o esporte, mas como você insiste que sim eu vou fazer algumas comparações. Posso listar dezenas de mangas de luta com movimentação e arte melhor, mas vou ficar só com alguns como: HNI, Holyland, Worst, etc.

        Nijiiro Tougarashi e Slow Step são mangas de lutas aramadas com uma movimentação porca quando comparado a outros mangas de lutas com espadas.

        Rough é um manga de natação onde o que menos se vê são pessoas nadando. Outro exeplo de como o esporte não é o verdadeiro enfoque.

        Então pelo amor de deus meu caro fanboy do Adachi. Você pode adorar esse autor o quanto quiser, mas aceito os problemas da arte dele. Ele tem pontos fortes, como enredo, romance e cenários, mas arte está longe de ser uma de suas qualidades.

  2. Em Naruto, o que eu entendi alí foi: 1º Obito segurando a barriga de Naruto, que está no ar;
    2º A kunai passa pela cabeça de Tobi
    3º Tobi levanta a perna e chuta a Kunai contra Naruto
    Realmente, não foi movimentação nível “Niizuma Eiji” mas deu pra entender… (so so)

    • Na verdade, o problema não é nem entender o que ocorre. Isto é algo óbvio. O problema é que, pela angulação nos quadros demonstrados, seria impossível o Obito chutar aquela kunai. Em um dos quadros, ela passa totalmente pela cabeça dele, e quando ele a chuta, sua perna está dobrada formando um ângulo de praticamente 90º.
      No quadro em que o pé dele toca na kunai, Kishimoto fez um traço que indica a kunai indo em direção ao pé dele, e no seguinte, percebemos que, para que a kunai fosse chutada, ela teria que fazer uma curva de praticamente 45º para chegar ao pé de Tobi. Tal movimento é bizarramente mal feito.

    • Primeiro, a movimentação desse capítulo é horrível.

      Segundo, mesmo se a movimentação fosse boa, um capítulo não justificaria a arte da obra inteira. Usamos como exemplo a luta do Lee contra o Kimimaro em Naruto. A movimentação dessa luta foi boa, mas ela não compensa outros 500 capítulos com movimentação ruim.

    • Nesse capítulo tem fundos brancos mostrando a falta de cenário, o autor combina a espada e o braço do ulquiorra como se fossem 1 so, sequencia em que vc sabe que o ataque do ulquiorra vem por um lado mas nao mostra ele fazendo o ataque, cena em que ulquiorra ataca e depois mostra ja o local se destruindo, enquadramento bem simples (repetitivo – quadrados e retângulos apenas). A intenção do kubo foi mostrar a agilidade do personagem usando sua arte ruim e ele conseguiu, mas tem como mostrar a agilidade com uma boa movimentação que poderia deixar até mais real e aumentando a obra (coisa que ele gosta).

    • 1 – Se ele desenha rápido ele deveria criar vergonha na cara e parar de fazer tanta economia de movimentos.

      2 – Se ele não conseguisse desenhar rápido o rosto de um personagem sem detalhes que ele desenha praticamente todo dia a mais de dez anos ele teria que ser aleijado. Sem contar que as orelhas estão de tamanhos diferentes e seu “nariz” (dois pontos no meio da cara) está torto. Que foda ele é!

      3 – Se o lucas desenhasse essa mesma cara, 10 vezes por dia durante um mês, sem dúvidas ele conseguiria desenhar nessa velocidade. Não só ele, mas também qualquer pessoa com um mínimo de habilidade em desenho.

  3. Não sou de escolher lados nem nada, mas em relação ao “Outro Podcast” vocês trazem muito mais conteúdo e não ficam em cima do muro, filosofando sobre assuntos inúteis e sem relevância.
    Só queria discordar do Lucas quando ele diz que “ninguém tem mais moral que ele” por que ele desenha, pois se assim fosse, todo crítico de cinema seria diretor, todo crítico literário seria escritor e não é bem assim, não é preciso praticar algo para decifrá-lo. Mas entendi o que ele quis dizer =D

    • Ele quis dizer que ninguém no grupo do EMD, e ninguém que comentou no site até agora entende mais do assunto do que ele. Ele se expressou mal, e na verdade ele é bem modesto. Para ter ideia, quando ele estava entrando no grupo, ele ficou semanas sem nem nos dizer que ele desenhava.

    • Lembre-se que ele estava falando “ao se tratar de arte”, Ventilador. Eu particularmente odeio quando o Lucas dá uma de bonzão ao entender de arte, mas querendo ou não, ele tem sim mais moral que qualquer um da “blogesfera” que não seja um artista que entenda do assunto. Mas obviamente, estamos falando de quem já ouvimos/”conhecemos” até hoje. Pode haver pessoas que sabem criticar bem uma arte, só não as encontramos ainda.

  4. E eu sei que foge um pouco do tema, mas vcs disseram no cast, estão comentarei. Sobre REBORN (que vc disseram que é uma merda), realmente n é bom. Mas na minha opinião é semelhante a One Piece. O porquê é que ambos começaram muito infantil e visando mais o lado cômico, depois começou a ter ‘batalhas de vida ou morte’ e simplesmente não consegui levar a serio (mas claro, o nível de One Piece é outro….). Não é pra defender Naruto como muitos fazem, apedrejando One Piece como se servisse pra ‘proteger’ Naruto. Mas vocês realmente não tem nenhuma crítica de One Piece? O começo infantil e chato até chegar em alabastra (pra melhorar), sagas desnecessárias como Davy Back Fight. Sagas CHATAS como a dos tritões que passou um ano praticamente nela… Não é pra proteger, mas qndo o enredo tá ruim, só apedrejam Naruto.. Estranho isso….

    • One Piece não uma uma obra ótima, mas ele é muito superior a Reborn. O início de reborn é simplesmente retardado, e o manga só fica decente no volume 10. Reborn teve dois arcos bons e depois ficou simplesmente chato e teve um final medíocre.

      OP tem um início fraco, mas ele tem uma boa narrativa e bons personagens. Temos menos arcos chocantes que Naruto, mas ele mantem uma criatividade, arte, continuidade e qualidade constante em toda sua obra. Obviamente ele teve alguns arcos fracos, mas a obra nunca teve nenhum arco que me irritou. Não posso dizer o mesmo de Naruto e OP.

      • reborne seria um mangá muito melhor se a autora tivesse encerrado ele no final do arco da saga do futuro ,pois tudo que aconteceu depois da li acabou cagando o mangá

  5. foi um bom cast ,deu pra ter uma noção melhor das coisas
    vocês pretendem fazer um sobre arte de HQs americanas ?

    ps:não sou defensor de ninguem,eu ate entendo o lado de vocês, mas acho que vocês exageraram um pouco em relação as criticas ao pessoal do mangá ao quadrado ,quem acompanha os caras desde o inicio ,percebe que o objetivo deles nós podcasts ,não é fazer analizes tecnicas mas sim “filosofar” sobre determinado assunto ,e como eles mesmos falam varias vezes “não somos entendedores do assunto ,apenas somos entusiastas”
    realmente eu vi que eles falaram muita merda ,em relação ao nihei e afins ,mas como acompanho os caras de longa data ,entendo o esquema deles ,não me irritei com isso

    não vou mais tocar nesse assunto ,não quero recomeçar a abriga, apenas queria deixar minha opinião

    • Reconheço que fomos rudes, Rafael, mas como eu mesmo falei ao comentar por lá, julguei de forma errada o objetivo deles. Se eles só pretendem ficar divagando sobre certos assuntos, não vejo problema algum em fazerem o que já fazem.

    • Não pretendemos fazer sobre arte de HQ, pelo menos não por enquanto.

      E vou deixar algo bem claro, não tenho nada contra ao pessoal do Manga ao quadrado. Eu acho que eles entendem dos assuntos que estão em sua zona de conforto. Essa foi a única crítica que fizemos a eles, e estávamos com completa razão.

      Mas já fomos “atacados” por membros do grupo e por leitores de forma incrivelmente imbecil. Nos ofenderam e insultaram todo o nosso trabalho apenas porque alguns do grupo não gostaram da narrativa de Real. Eu mesmo foi na comunidade do orkut onde estavam nos ofendendo para perguntar o motivo de tanto ódio e explicar que pessoas o porque de Real dividir opiniões e continuei recebendo ofensas.

      Nós aceitamos melhor do que qualquer outro grupo que pessoas diferentes que entendem de um assunto podem ter opiniões diferentes sobre uma obra devido a preferências artísticas e de narrativa. Nossas reviews mostram isso, onde membros do grupo tem notas diferentes sobre a mesma obra.

      Quando vimos o podcast sobre arte não ficamos dando ofensas sem fundamento por algum forum ou comunidade do Orkut sem ter nem sequer escutado o cast, como muitos dos que nos ofenderam fizeram. Escutamos todo o podcast e fomos argumentar com eles sem ofensas. No máximo falamos que o conteúdo estava ruim, o que é verdade, e tivemos uma discussão que chegou a um resultado previsto.

      Não insultamos eles nenhuma vez, apenas colocamos que o conteúdo do cast foi ruim e explicamos alguns dos termos corretos. A primeira resposta deles foi insinuar que foi uma “vingança pessoal”, algo totalmente infantil de se dizer, sendo que nunca realmente nos importamos com o “ódio” deles, apenas ficamos decepcionados com essa infantilidade vinda de pessoas que respeitamos.

      Me incomoda o fato de alguns pensarem que a opinião e gosto pessoal é a razão absoluta e única escolha correta. Se houvesse uma opinião absoluta não teríamos a enorme quantidade de especialistas existentes em qualquer gênero de entretenimento.

  6. Hoje em dia o que impera nas pessoas é a teimosia sobre suas opiniões. Exemplo: Individuo1 tem opinião rasa sobre um assunto e vem Individuo2 e comenta técnicamente sobre o assunto, normamente Individuo1 ouviria o comentário e opinião do Individuo2 a entenderia e chegasse a sua própria conclusão sem levar em conta favoritismo (gosto). Infelizmente essa característica no carater das pessoas tem diminuido cada vez mais devido a ignorância do povo (devido a fatores hitóricos e políticos, nao quero chegar aqui), sendo os criticos e analístas cada vez mais odiados sem fundamento algum.

  7. eu leio mangás rápidos não por ligar o foda-se, mas sim porque a leitura é fluível PRA MIM. Berserk,vagabond,drifters,zippy ziggy,blame são alguns exemplos.Sei que vcs não concordam com minha opinião, eu também não concordava, então fui ler os mangás de novo, porque achei que não apreciei a obra como deveria apreciar, mas após lê-las novamente, percebi que não tinha perdido nada do enredo e da arte das obras. Acho que esse é o meu ritmo pra ler mangás.
    Gostaria de saber a opinião de voces sobre minha opinião.
    Enfim gostei muito desse cast, a cada vez gosto mais do trabalho de voces!!

    • Que bom. =)
      Sobre sua opinião neste assunto, isto que comentamos é algo relativo e vai de pessoa para pessoa, mas não sei quão rápido você lê tais obras. E acredite, existem coisas que mesmo relendo mais devagar, não pegamos, por isso este grupo contém várias pessoas, porque se fossem só dois ou três integrantes, provavelmente essas pessoas não enxergariam tudo que há para ser observado em várias obras. Como em Punpun, por exemplo, que comentamos o fato de, em uma página dos primeiros capítulos da obra, o autor desenhar o Punpun como humano, quando ele era criança, mas a maioria do grupo não havia percebido isso.
      Não sei se você REALMENTE pega tudo de mangas ao lê-los ou não, mas definitivamente, um tempo maior de leitura é recomendável. Recomendamos que a pessoa pare, olhe bem a página e cada detalhe da arte em cada quadro. Recomendamos que as pessoas leiam um volume de Punpun por exemplo, e parem para pensar um pouco sobre o assunto.
      Tem um rapaz que está tentando entrar no grupo neste momento. Ele leu Kimi ni Todoke (18 volumes até o momento) em um dia. Ele leu 11 volumes de Oyasumi Punpun em 1 dia. Tenho certeza absoluta que a iluminação, as entrelinhas, o que podemos tirar de Punpun, a maioria provavelmente ele não conseguiu, por ter lido na velocidade da luz.
      Ex: comentamos neste cast mesmo sobre um cara do mangafox (fórum) que re-leu Shingeki no Kyojin, criou algumas teses ao pensar e refletir sobre a obra, e após tudo isso, adivinhou o que seria revelado no capítulo seguinte. Acho minimamente possível obter a conclusão que ele teve ao ler a obra. Isso é algo que as pessoas só percebem ao parar, pensar sobre um assunto, olhar realmente a arte, as expressões dos personagens, ligar os fatos e afins. Não sei se você lê Shingeki, mas se lê e já chegou no último capítulo, lhe mando o post do cara.

      Obrigado pelo feedback e até a próxima.

      • Sim, é impossivel pegar todos os detalhes, mas os mais importantes agente pega, detalhes pequenos e não menos importantes é dificil,com o trabalho de voces eu vejo alguns detalhes que eu não tinha pegado quando li.
        Eu não leio na velocidade da luz, eu quis dizer que o meu ritmo não é lento,por exemplo berserk eu li em 4 dias, é um ritmo bom,mangás pequenos eu consigo ler em 1 dia ou 2,como holyland,shingeki,wolf guy, mangás maiores eu levo de quase uma semana ,como hxh,akumetsu,fullmetal,soul eater.
        Sei que alguns mangás merecem um pouco mais de atenção como punpun,vagabond, mas eu não passo muito tempo na mesma página.
        Mas valeu por entender minha opinião, pode passar o link que eu já li shingeki até o cap 42.

        • Sabe inglês? Se não, tente traduzir com o Google Tradutor.
          http://forums.mangafox.me/threads/367305-I-know-who-the-armored-and-colossal-titans-are

          E sobre o que falou, se você leu Holyland e Wolf Guy em dois dias, OK, isso é possível e entendível. Eu mesmo poderia ter lido nessa velocidade (li Suzuka em dois dias). Mas ler 18 volumes em UM DIA?! Isso já é algo que não consigo compreender… Mas novamente, vai de cada um.
          Costumo levar em torno de 1 hora por volume, e acho um tempo válido. De todos do grupo, não posso dizer que tenho as leituras mais prazerosas, focadas ou o que for, até porque isso é algo muito subjetivo e pessoal, mas acho que sou o que melhor “imerge” nos mangas, me conectando melhor com os personagens e entendendo o mínimo da arte dele. Mas isso é muito subjetivo. Talvez você lendo volumes em 30 minutos consiga ter basicamente a mesma experiência que eu tenho.

          Volto a dar ênfase no que o cara do mangafox comentou por lá. Dê uma olhada. Foi fantástico.
          Até! =)

    • Não dá para mudar o ritmo de leitura de uma hora para a outra. O Gutinho por exemplo era a MÁQUINA lendo. Ele leu GTO em dois dias. Conforme ele foi sendo influenciado pelo grupo ele foi gradativamente reparando mais em detalhes de enredo e arte. Você não aprecia mais detalhes porque está lendo “devagar”, você lê mais devagar porque você está apreciando detalhes.

      Não tende let mais divagar, só preste mais atenção nos detalhes, enquadramento, arte e diálogos que naturalmente a sua leitura vai desacelerar.

  8. Primeiramente Boa Noite, Major, One Outs, Rookies, Big Windup e Diamond no Ace são para mim seculos melhores que Cross Game. a movimentação dessas obras pra mim são superiores a essa obra de Adachi. quando me indicam um manga de esporte a primeira coisa que espero e que autor explique do jeito mas simples como e mecânica do esporte.

    Sobre o pessoal do Manga ao quadrado eu acompanho eles ao bom tempo e gosto do que eles falam e como a pouco tempo acompanho vocês e tem hora que ambos falam coisas boas e como falam merda. mas o que importa e que cada um deve fazer o seu trabalho do jeito que mas gosta e aprender lidar com a opinião dos outros.

    Comunidade do Orkut.

    Se eu não me engano o nome da comunidade e (Animes e Mangas) eu conheci vocês por la e venho acompanhando algumas semanas e se não estou errado eles realmente criticam vocês por não gostarem de certo autor ou obra.

    Grande problema das pessoas hoje e que elas não sabem respeitar a opinião das outras e uso de exemplo eu mesmo que acompanho OP a muito tempo e hoje em dia eu não gosto mas da obra e acho saco e respeito a opinião das pessoas que morrem pelo Oda, hoje pra mim HxH e superior a OP, logo venho dizer que isso e meu gosto eu fico bem mas animado e curioso com HxH do que OP.(Serei apedrejado daqui 10 minutos por não falar bem de OP).

    Abraço e espero logo PodCast sobre Mirai Nikki e Bakuman.

    • Apedrejado?! Hunter x Hunter É MELHOR que One Piece. HERP DERP HUEHEUHUHE =D
      Compreendo o que diz e concordo em partes. Só não achamos legal eles darem indiretas ao comentarem sobre nossas discussões e afins no próprio podcast deles. Nós somos diretos, comentamos lá, falamos que não concordamos e repetimos isso em nosso cast. Enquanto eles ficam usando indiretas e rindo sobre o assunto. Não me importo e nem quero mais discutir com eles, pois não gostamos do que eles fazem, e obviamente eles não gostam do que fazemos também, então apenas nos manteremos longe.
      Mas como você é um ouvinte deles, só queria lançar uma questão para lhe fazer pensar: Por que um site com o nome “Mangas Undergrounds” fala semanalmente de Naruto, One Piece e Toriko?!
      O estranhow entende do que fala, em certos casos. Ele sabe falar, tirar suas conclusões, e até se explicar após certos equívocos, mas minha conclusão foi de o Judeu Ateu ser apenas um “poser de hipster” sem pensamentos formados, até porque fica claro no cast deles que o estranhow é o único que entende do que fala. Mas tanto faz. Já tirei minhas conclusões sobre eles e prefiro me manter longe.

      • Vim aqui querendo comentar, mas acabei deixando pra lá porque pensei que fazendo isso estaria prestigiando algo que acho completamente errado, mas como meu nome foi mencionado, acho justo uma resposta. Primeiro no que diz respeito diretamente a mim.

        ” Nós somos diretos, comentamos lá, falamos que não concordamos e repetimos isso em nosso cast. Enquanto eles ficam usando indiretas e rindo sobre o assunto”

        Sério? Por isso que ficaram com o cu ardendo pra fala o nome do nosso programa no começo né? Achei até divertida essa trocas de indiretas, vocês não mencionaram a gente, assim como nós não mencionamos vocês. Achei que estávamos em pé de igualdade, mas se você faz questão de se achar o ser superior dessa história toda, parabéns, pode ficar com o seu troféuzinho.

        ” Por que um site com o nome “Mangas Undergrounds” fala semanalmente de Naruto, One Piece e Toriko?!”

        Pelo mesmo motivo que um site com o nome de “Ecchi Must Die” dá nota dez pra GTO.

        “conclusão foi de o Judeu Ateu ser apenas um “poser de hipster” sem pensamentos formados, até porque fica claro no cast deles que o estranhow é o único que entende do que fala.”

        Caramba, você conseguiu concluir bastante sobre mim para alguém que “não se importa”. Calma cara, você escreve tudo como arrogância tão deliberada, pensar que podíamos ter feito dessa situação toda algo tão engraçado. Compartilhamos do mesmo hobby, tente levar mais na brincadeira esse negócio todos de mangás. Mas tudo bem, admito que posso ter uma presença um pouco menos ativa no programa, nada demais, gosto de trocar ideias mesmo que nem sempre eu consiga impor as minhas de forma tão clara. E gosto do apelido de “poser de hipster”, obrigado.

        Sobre o episódio em si, já comentei isso no podcast, mas você percebe o quão irônico é você criticar a impossibilidade dos movimentos em Dorohedoro, sendo que a impossibilidade é justamente o que a autora que passar? Pra colocar de outra forma, você criticaria a “impossibilidade” nos movimentos de luta da Gally em Gunnm? Não, porque é justamente esse conceito abstrato de “arte marcial intangível para o leitor” que o autor quer passar. O mesmo para Dorohedoro.

        Você reclama da movimentação travada em Sun-Ken Rock, mas será que “movimentação” é o que se quer alcançar com aquilo? Você colocou as páginas uma do lado da outra como se fossem quadros, mas não são, são páginas. Boichi não colocou cada grande movimento em páginas inteiras porque queria fluidez no movimento (muito menos porque estava com preguiça), ele queria impactar, cada virada de página é um grito na cara do leitor, tanto em contexto, quanto em realidade na arte em si. (essa parte da história é babaca por que a luta em si não tem muito sentido, não porque é ruim “tecnicamente” falando)

        E nunca li Cross Game, mas a discordância do pessoal nos comentários só exemplifica ainda mais o ponto que quero defender: não existe arte sem contexto. Principalmente em mangá, que é uma mída que consiste de “artes narradas”. “Tecnicalidade” e “contexto” não são fatores tão fáceis de separar como vocês fizeram parecer que são. Pra poder criticar por completo uma arte, primeiro você precisa entender essa arte. Por isso que você não critíca um quadro do Picasso por ter “quadrados demais” ou “Sun-Ken Rock” por ser travado demais. O “entender” nos mangás, é entender a história o contexto em que aquela arte está inserida.

        E talvez justamente por desenhar, é que esse seja um conceito tão difícil de entender completamente para o integrante do podcast que eu esqueci o nome agora . Como há uma preocupação tão grande em melhorar a realidade no seu estilo, principalmente com exercícios que busquem melhor a firmeza, segurança e, agora sim, tecnicalidade do seu desenho, é que o conceito de “contexto” fica um tanto quanto vago. Tudo isso acaba criando um certo elitismo e, numa segunda camada, um preciosismo com a semântica de alguns termos, que talvez atrapalhe um pouco no entendimento mais profundo na história que uma obra queira passar.

        Enfim, respeito vocês (até um certo nível), mas acho muito pretensiosismo criar uma listinha com as coisinhas que fazem uma arte boa, não existe isso, é muito mais subjetivo, só acho isso.

        O seu querido de sempre,
        O Judeu Poser de Hipster” Ateu

        • “Cu ardendo”? Pra falar o que falei aqui nos comentários, acha que estou com o “cu ardendo”? Por favor…

          Você não nos acompanha, e bem, sempre dizemos que o “Ecchi” no “Must Die” do site, é para os mangas/animes ecchi retardados e sem propósito, onde o autor/a autora gosta de apenas jogar um personagem principal mala tendo sangramentos nasais à toa, simplesmente para divertimento do povo. É isso o que odiamos. E bem, o que conhecemos de você, um cara que tinha uma “parceria” conosco, mas que a cancelou alegando que não estávamos mais falando só de obras mais undergrounds, para mim não faz sentido comentar do top da Jump, ou faz pra você? Mas você faz o que quiser, já disse que não me importo. Só não cuspa merda falando “justamente o que a autora quer passar”, porque já estou cansado desse argumento de vocês.
          Você é a autora? Bateu um papo com ela? Já sentou do lado pra ver se ela sabe desenhar? NÃO, então como sabe que ela simplesmente QUER fazer aquilo? Porque de onde eu vejo, e como comentamos no cast de Dorohedoro (lançado agora), ela provavelmente nem entende o que está desenhando. Não é questão do movimento ser bizarro pela personagem pular 3 metros ou o que for, e sim por ela contorcer completamente a perna da personagem, enquanto ela está no ar! Isso não é exagero, é um irrealismo fudido! Vocês não tem como saber “o que o autor quer passar”. Ele pode ser simplesmente ruim em desenhar uma movimentação. Entendam isso: não é porque o cara faz um manga, que ele tem que ser um puta artista. Pode ser horrível, mas se a estória do manga vender, ele virou um mangaka, e não precisa ser um mestre no desenho para isso (o que acontece com Q. Hayashida).

          Eu reclamo da movimentação travada em Sun-Ken Rock assim como MUITOS também reclamam, mas novamente, COMO SABE O QUE ELE QUER ALCANÇAR COM AQUILO?! Mas ok, vamos supor que ele queira. Então essa “estratégia” de impacto dele é muito falha, pois ela se repete pelo manga inteiro!! Qualquer um que leia Sun-Ken Rock percebe que as expressões estão lá para te dar um “baque” desnecessário!

          Percebi que sua opinião é: “arte não existe sem contexto”, mas amigo, o problema não é a falta de entendimento. Comentamos isso no cast. Muitas vezes nós conseguimos entender o que o autor desenha pelo enredo da obra, mas isso é necessariamente bom? Nossa crítica é justamente a isso, Judeu. OK, nós entendemos que um personagem bateu no outro, depois foi atingido, e depois virou e acabou ganhando a luta, mas será que é só isso o importante? POR QUE NÃO mostrar uma movimentação fluída, se ela é sempre mais bela de ser vista? Você não vai discordar disso, vai? Acha bonito os pés tortos da Nikaido? Acha legal ela dando 30 mil saltos para dar um chute? Se tratando de uma vida humana (e ela seria algo próximo a isso), não há motivos para que um autor faça uma movimentação deste tipo. Ela apenas serve para impressionar aqueles que nem conseguem enxergar que as pernas da personagem estão tortas, e isto é algo ruim, porque se um autor quer que sua obra tenha a maior visualização possível, ele deve fazê-la boa para o maior público possível. E eu duvido que existe algum mangaka que pense: “Ah, vou lançar um manga pra ficar escondidinho por aqui, só pra 50 pessoas lerem e tal…”

          Não sei se você entendeu o maior objetivo deste cast. Ele foi de deixar claro que uma arte BOA, é diferente de uma arte BEM FEITA. NÓS gostamos de artes BEM FEITAS, mas se você acha bom uma arte mal feita, PARABÉNS! Não vamos discutir quanto a isso. Cada um tem seu gosto. Então para finalizar, retruco:

          “acho muito pretensiosismo criar uma listinha com as coisinhas que fazem uma arte boa”
          Arte boa não, arte BEM FEITA! Boa, qualquer arte pode ser, para qualquer um, assim como você disse sobre o subjetivismo no assunto, mas para que uma arte seja bem feita, ela deve seguir certos padrões, algo que nenhuma das citadas nessas imagens faz.

      • Eu vou ser bem direto com você. Todo o que você falou sobre a arte de Dorohedoro é papo de fanboy sem argumentos. É ruim porque o autor quis assim é o mesmo argumento que o pessoal fanboy de Naruto, Reborn e Bleach usou. Chegar ao ponde de falar que a autora quis fazer as lutas péssimas para mostrar a “arte marcial intangível para o leitor” foi uma piada, só pode ser. Ri durante uns cinco minutos.

        O Kubo também faz a arte do jeito que faz para mostrar como os movimentos são impossíveis para a compreensão humana.

        Ecchi Must Die dar 10 para GTO? Sem dúvidas, é um dos melhores shounens já feitos, e é mais sério que muitos seinens.

        Vocês falaram que falamos mal de Real para ganhar popularidade. Isso é tão imbecil que chega a ser engraçado. Fazer podcasts semanais com temas vagos sem nenhum conclusão e falar dos 3 top da Jump é correr desesperadamente atrás de atenção.

        Sobre a merda que você falou sobre Cross Game, que você nem sequer leu, através dos comentários de um fanboy, se você lesse todas respostas você veria que eu listei várias dezenas de contra argumentos.

        Você fala que somos pretensiosos. Ser pretensioso é dizer que o autor desenhou de jeito “X” de forma horrível de propósito para alcançar o efeito “C de Cu”. Você editor dela?

        Eu respeitava vocês, mas a teimosia de vocês que acham que as suas opiniões são a verdade absoluta, e ficam dando desculpas de fanboy para justificar os erros das obras que gostam está me cansando. Quero lidar com pessoas que entendem do assunto, e não com pessoas que são imparciais com obras que não gostam e ligam o botão do fan retardado quando comentam de obras que adora.

      • Opa, calma aí!
        “Vocês falaram que falamos mal de Real para ganhar popularidade. (…)”
        Vocês quem, cara pálida? Eu nunca falei isso, quem comentou isso foi outra pessoa na comunidade do orkut (que eu nem conhecia, inclusive)!

        E o Judeu, coitado, foi pego pelos comentários que EU fiz; até vocês começarem a falar ele, ele nunca tinha falado sobre vocês, lol! Fui EU que fui nos comentários falar de REAL, não a “equipe Mangá²”.

        E sobre correr atrás de popularidade… aí já virou ad hominem.

        • O engraçado é que quando eu fui no orkut falar de boa, dizendo que o motivo da divergência de gostos sobre Real era a adaptação a narrativa, pedi para pararmos com essa discussão sem motivos, falei que respeitava vocês e que não via motivos para tanto ódio, o que você me responde? Que eu era o único do grupo que prestava (no passado) e que nosso conteúdo ficou ruim, etc. Você nos ofendeu, e não o contrário. O site foi crescendo em seu ritmo sem nunca ofendermos ninguém. Divulgamos muitos grupos que nunca nos divulgaram, incluindo o Mangatologia, apenas por respeito. Mesmo com uma queda recente de qualidade, eu sempre respeitei e gostei do Mangatologia, e ver você nos menosprezando sem nenhum motivo e sem usar argumentos, generalizando todo o grupo e todo o conteúdo do site apenas porque não amamos Real foi decepcionante. Tinha ficado decepcionado, mas nunca com raiva. Nunca demos razão alguma para recebermos tanto desrespeito.

          Eu considero o que os outros do orkut falaram como suas palavras porque vocês nunca os contradizerem a algumas vezes até concordaram. Pode ter certeza que não teríamos feito o mesmo. Vocês fizeram um cast sobre arte que teve um conteúdo muito fraco sobre um tema muito sério. Não importa o quando vocês falem que não entendem do assunto e que o objetivo era uma conversa entre fans, vocês são formadores de opiniões. Temos uma responsabilidade com os leitores de trazer mais do que apenas discussões rasas ou análises com favoritismo, por isso fizemos questão de comentar no post. Tivemos muitos problemas nas últimas semanas com fans defendendo artes como Naruto e Bleach, e um podcast com informações errôneas sobre arte só pioraria a situação. Nesse mesmo post temos um fanboy do Adachi que se recusa a ver erros óbvios da obra.

          Se falamos alguma ofensa sobre o Judeu Ateu no podcast, mesmo não falando o nome dele, eu peço desculpas. Só lembro do Trilles chamar ele de hipster (algo que ele tem orgulho) e de ter sido pouco influente no cast, algo que todos concordamos. Mas não vou me retratar sobre o que respondi no comentário. Honestamente, todo o comentário dele foi raso, fanboy e até iniciante. Quase não acreditei que tinha sido ele a escrever, parecia algum garoto que é viciado em SKR e Bleach. Chegar ao ponto de comparar o nome do nosso site com GTO e de comparar Dorohedoro com Gunnm foi vergonhoso. Se quiser eu posso até fazer um texto mostrando a diferença da movimentação de ambos. É quase tão ridículo quanto dizer que Dorohedoro é melhor que Blame (preferir e ser melhor são coisas completamente diferentes).

          Vou repetir novamente. NUNCA insultamos um site, mesmo quando nos ofenderam no orkut e no forum project fomos responder todas as “acusações” com argumentos. Mesmo quando fomos responder no seu podcast de arte nós nunca os ofendemos. No máximo falamos que o Judeu Ateu estava de figurante no cast, e não deixa de ser verdade.

          Irei resumir o meu ponto. Nunca fomos atrás de brigas, mesmo quando comentamos no seu podcast ou quando gravamos o Analisando Arte. Mas se vierem comentar qualquer coisa sobre nós aqui no site ou fora dele, responderemos TUDO, vocês querendo ou não a resposta. Não quero briga e nunca começamos uma, por mim ficaríamos de boa e até poderíamos trocar opiniões e ter discussões construtivas e amigáveis, mas não pense que sou um moleque que vai escutar merda e ficar queto.

          E assunto final. Sobre buscar popularidade, eu posso ter pegado pesado. Mas quando nos acusaram disso nenhum de vocês negou essa acusação. Mas sério, pra que perder tempo toda semana falando de OP, Naruto e Bleach? Poderiam usar esse tempo de podcast para aprofundar melhor o tópico principal ou até mesmo comentar de obras mais sérias. Eu não vejo nenhum outra razão além de querer views.

        • Desculpa, cara, mas vocês são grandinhos pra se defenderem sozinhos. Eu não defendê-los não significa que concordei com o que falaram; só significa que não os defendi! A omissão foi justamente porque nem queria entrar nesse mérito, que considero contraproducente pra qualquer discussão.

          Sobre a “missão” de formar opinião, a nossa prática é diferente da de vocês. Vocês se focam em informar e concluir; a gente se foca em discutir e despertar a vontade de pensar e opinar sobre o assunto. Qual das duas abordagens está certa? A meu ver, ambas.
          No caso do “traço” mesmo, embora você diga que demos muitas informações errôneas, eu não julgo assim. Tirando algum possível erro de termo, o papo foi menos técnico justamente pra levar as pessoas a pensarem sobre o que determina um “traço bom”, se é algo objetivo e subjetivo, e que arte não perfeita não significa arte ruim. Inclusive é o que entendi que vocês mesmos concluíram nos seus últimos posts: tem arte bem feita (que dava pra ser melhor) e tem arte boa.

          Não vou falar da argumentação sobre Dorohedoro que não diz respeito a mim, mas vale lembrar mais uma vez que nossa comparação de Dorohedoro e Blame nunca foi qualidade. Inclusive, acho besteira se prender em “x é melhor que y” nesse ponto.

          Sobre “ofensas”, preciso reler tudo o que escrevi mas tenho quase certeza que a única que fiz foi dizer no twitter que vocês eram “fãs de battle shounen” (que nesse ponto da discussão, já considero umas besteira desnecessária que fiz), e isso foi antes de começarmos qualquer argumentação. Após isso, me mantive focando nos argumentos, não nos argumentadores, mesmo eu sendo chamado claramente de ignorante nos comentários de REAL. Se essa ofensa inicial os atingiu tanto assim (não sei porque), peço desculpas, mas toda a argumentação posterior permanece.

          “Mas sério, pra que perder tempo toda semana falando de OP, Naruto e Bleach? (…) Eu não vejo nenhum outra razão além de querer views”
          A razão é simples: porque a gente gosta (embora não falemos de Bleach). Há um monte de diversão na semana em compartilhar pensamentos sobre os capítulos semanais; a gente já fazia isso por twitter, só decidimos “oficializar” isso com o tempo.
          E separamos a parte desses mangás semanais da discussão da semana justamente para uma não atrapalhar mais a outra. E olha que curioso: os downloads do Mangá² que não fala de One Piece/Naruto/Toriko tem praticamente a mesma quantidade (a maioria das vezes tem mais) que o podcast que falamos dos três. Se nosso objetivo fosse views, teríamos falhado miseravelmente.
          Tendo isso em vista, não vejo tanta diferença do nosso podcast semanal com sua coluna semanal falando de vários mangás. Vou julgar que você faz seu post porque quer views de pessoas que lêem todas aquelas obras, atacando pra todo lado? Não, vou julgar que faz porque quer. Até porque, não sei vocês, mas a gente não ganha um puto por publicidade, e portanto ter ou não mais views é totalmente irrelevante nesse ponto.

        • Não ligo como o Estupratom para o conteúdo do cast de vocês, estranhow. Compreendi que seu objetivo é diferente, e assim que fiz isso, saí da discussão. Agora, você novamente soube se manter bem, enquanto o Judeu Ateu aparece para se “defender” só denegrindo ainda mais sua imagens, ao utilizar argumentos falhos e opiniões sem embasamento (“a autora quer isso”).
          Sobre seu comentário de Dorohedoro, me desculpe, mas novamente você se saiu bem, enquanto o Judeu Ateu cagou. Eu ouvi ao seu podcast desta semana e escrevi o comentário dele, a seguir:

          “Não, eu acho que fui um pouco conclusivo, porque é o que eu acho mesmo. Mesmo com tudo falado, com os comentários e tal, ainda acho Dorohedoro… Num vou dizer muito melhor do que BLAME!, mas principalmente o começo de BLAME!, Dorohedoro é muito melhor! BLAME! em alguns momentos ele é quase incompreensível, ele… Ele… Haah… Dorohedoro tem… Ele usa do CARÁTER MEIO RASCUNHADO muito melhor do que BLAME! Além do que, a Q. Hayashida sabe muito bem trabalhar com expressão facial, e character design de uma maneira fenomenal!”

          E ele ainda fala mais, depois criticando indiretamente nossos comentários (assim como talvez os de outros leitores de vocês), dizendo que fomos “elitistas”. E o pior é que ele fecha seu comentário com o clássico:

          “A movimentação realmente parece desconexa mas… É PROPOSITAL.”

          Por favor… Já falei. Você, eu consigo compreender, mas ele eu vejo como puro câncer para seu cast. Sempre tive respeito pelo conteúdo do Mangatologia, mas após terminarmos nossa antiga “parceria” com o Judeu Ateu, percebi com o tempo que o conteúdo dele era de má qualidade (em minha opinião), e acho que ele só piora o cast de vocês.

          Meu maior problema com você, foi pela mesma questão do “o autor quis isso”, já que, para nós do EMD, não podemos julgar o que o autor quis fazer em uma obra, mas sim o que nos foi mostrado. Se uma arte é mal feita, mostramos que ela foi mal feita, MESMO QUE POR UM MOTIVO IMBECIL, ELE TENHA AQUELE NOJO COMO OBJETIVO INICIAL! E isso serve para qualquer ponto ao analisarmos uma obra.
          Tivemos nossa discussão, não concordei com seus argumentos e você não deve ter concordado com os meus, mas continuei e continuo achando que você é uma pessoa que entende do que fala, mesmo que tenhamos opiniões diferentes e que indiretas tenham sido feitas.

          Não me importo com o cast semanal de vocês, da mesma forma que não me importo com o Ranking Semanal do Estupratom. Acho os dois desnecessários. Acho que muita coisa melhor poderia ser falada, em vez de focarem em obras extremamente populares que todo mundo já conhece, mas vocês fazem o que quiserem, o que lhes for prazeroso.
          Diferente do que você falou, sim, na verdade nós queremos sim mais views a cada momento, mas não para nos tornarmos “famosinhos” (assim como alguns já comentaram por aí, sei lá por que, pois nem nos considero “famosos”). Queremos views para colocar mais críticas nas cabaças de pessoas. Queremos expandir a cultura japonesa ainda mais. Para nós, quanto mais pessoas ouvirem nosso podcast e perceberem alguns erros que normalmente não os importaria, melhor.
          E acho que vocês devem se importar com isso também. Não a ponto, é claro, de sair divulgando o podcast de vocês, pois não fazem isso, mas com certeza devem ficar felizes com quanto mais views pegam, pois isso é um sinal que mais pessoas apreciam (ou não) o trabalho de vocês.
          Enfim, estranhow, acho que nada disso precisava ter acontecido. Nossos comentários foram diferentes em REAL, mas tudo havia passado. Eu não conhecia o “objetivo” de vocês com seu podcast, mas após conhecê-lo, sai da discussão. Agora não há mais motivos para ficarmos discutindo. A única coisa que tive vontade de comentar por aqui, foi sobre minhas opiniões a respeito do Judeu Ateu, e sinceramente, gostaria que pensasse sobre elas um pouco, afinal, acho que merecia um “parceiro” melhor.

          É isso. Se cuida.

        • Particularmente gostava e ainda gosto do conteúdo do Judeu, e, por mais gay que isso soa, me parece o melhor parceiro que eu poderia ter no programa.

          Fico com a impressão que você tá julgando todo o conhecimento e vida do cara por causa de uma ou outra opinião divergente. Se eu do lado de cá deixei de lado essa visão pra julgar apenas os argumentos, acho que talvez seja relevante, ou pelo menos de bom tom, repensar isso do lado daí também.

        • “Todo conhecimento e vida”? Não. Julgo o conhecimento dele sobre mangas por tudo o que li e escutei ele dizer sobre mangas até hoje, e foi bastante coisa. Não foi uma ou outra opinião divergente, foram quase todas as que ele deu, e o grupo inteiro daqui compartilha da mesma opinião que eu a respeito dele. Tentamos já algumas vezes julgar apenas os argumentos dele, que por acaso, são bem raros. E mesmo quando eles aparecem, na maioria das vezes são bem falhos.
          Se acha que ele é bom para você como parceiro, legal, mas para mim ele é um médico com uma seringa cheia de câncer em mãos, injetando constantemente em meus braços. Eu peço para que ele pare, mas ele não para. Continua sempre injetando câncer em mim, em meu grupo, em meus leitores, nos leitores dele, e até em toda a população mundial que entende português e que já entrou no site dele. Todos só recebem câncer contínuo. Ao meu ver ele é o médico que mais tenta matar no mundo.

        • É completamente diferente de ad hominem. Não estou tentando argumentar nem nada. Já vi todo o conteúdo dele, como já disse, e com os meses/anos fui criando críticas ao conteúdo dele. Após analisar tudo o que eu, o Estupratom, e todos os outros do grupo acham DO QUE ELE APRESENTA (e não do que ele é), começamos a interpretá-lo como um câncer no assunto. É simples.

      • Só vou comentar algo que vocês se equivocaram de maneira brutal. Afirmar que a autora de Dorohedoro quis fazer uma movimentação travada, com economias de movimentos e pernas sem ossos de propósito para mostrar como que a arte marcial era impossível foi ridículo. Mesmo quando temos o mascará de coração lutando, que usa golpes simples a arte continua repetindo os mesmo erros.

        Vou usar a comparação que o Judeu Ateu fez, comparando GUNNM com Dorohedoro. Segundo o enredo as movimentações de GUNNM são muito mais complexas, e no primeiro capítulo do manga a movimentação é muito mais fluida. Mesmo quando os movimentos vão se tornando mais complexos, como os do Motorball, batalhas envolvendo veículos, múltiplos lutadores e lutas no espaço. a movimentação apenas melhora.

        Comparando a movimentação de Gunnm com a de Dorohedoro, todos os seus argumentos são eliminados. A movimentação é mais complicada, envolve golpes usando tecnologias e técnicas mais detalhadas e trabalha junto com veículos e cenários. A movimentação de Gunnm Last Order chega a ser fenomenal em alguns pontos, mesmo envolvendo vários lutadores chegando a usar movimentos desacelerados para mostrar melhor os detalhes. A mortal que tem no PRIMEIRO capítulo de GUNNM é mais é melhor desenhada que todos os golpes da Nikaido.

      • Primeiro, quem falou sobre o post de REAL ser para causar e chamar atenção provavelmente fui eu(Thiago). Disse no calor do momento, tinha pego o podcast pra ouvir e não curti muito o tom meio agressivo que usavam, pra mim pareceu mais zombações logo como primeira impressão. Mas se afirmam que não tem nada de errado e quiseram criticar seriamente, ok, peço desculpas então. E mesmo não concordando, tentarei respeitar o jeito que fazem as coisas. Só não culpem e nem envolvam pessoas nada a ver com isso, está sendo tão errado quanto o que fiz.

        Quanto ao post, pelo que vi tão exigindo coisas que Tezuka acrescentou à arte-sequencial e estão impondo como regras. Nunca ouvi falar que a narrativa de quadrinhos(incluindo principalmente cenas de ação) tem que ser cinematograficamente perfeita pra ser correta. Muitas pessoas já vão ler cientes disto.

        Acho um erro exigirem máxima coesão de um quadro pro outro. Pois como Scott Mcloud mesmo diz, cada quadro representa um tempo diferente no enredo. Se nota mais isso na maioria das american comics, que o tempo do quadro pra outra na maioria das vezes é maior, já que não teve algum Tezuka para influenciar fortemente nesse tipo de narrativa detalhada nos EUA.

        Peguem alguma HQ de basquete que existe por aí, e comparem com Slam Dunk. Aposto que vão achar no mínimo horrível, já que vão desconsiderar a proposta de não ser algo cinematográfico sem os movimentos que tanto exigem.

        Enfim, os “movimentos” de um quadro pra outro de SKR, Naruto e Dorohedoro, etc. são ruins? Subjetivo. Creio que muita gente curte imaginar o que rolou para acontecer o que aconteceu. Uma das “magias” dos quadrinhos, coisa que outras mídias não são capazes de fazer.
        Impossíveis? Dentro da arte-sequencial, não.
        Errados? Também não, nada proibe.

        Se fosse animação ou cinema, concordaria e diria que tem muita razão, mas as regras dos quadrinhos tornam essas exigências apenas um capricho, não muito suficiente para dizer que a arte está errada/ruim.

        • Você erra no mesmo que muitos ao criticar o que fizemos aqui.
          O nome do post é “COMO ANALISAMOS: Arte”, e não “Verdade Absoluta: Arte”.

          Você mesmo disse:
          “as regras dos quadrinhos tornam essas exigências apenas um capricho, não muito suficiente para dizer que a arte está errada/ruim.”
          Sim, nada é uma exigência, mas PARA NÓS, é muito mais LÓGICO ler um manga com uma arte que mostre movimentos em sequência, demonstrando claramente uma luta, ou até mesmo um arremesso de avião de papel, como já citei nestes comentários.
          Desde quando um “capricho” é algo ruim? Sempre vi “capricho” como algo bom, sinceramente, e nosso objetivo aqui é o de justamente citar isso.
          Não importa como você entenda o que um autor desenhou em seu manga, mas quando a movimentação é feita de uma maneira que você entenda MELHOR o que ele desenhou, isso É MELHOR.
          Comentei isso no Mangas Undergrounds também. Me diga um manga com uma arte de movimentação bem feita que você não entende o ocorrido. Agora, existem vários mangas com movimentação mal feita onde você não entende o ocorrido, logo, qual é a melhor, a que você sempre entende, ou a que nem sempre entende? Por favor, né…?

          E no final deste seu comentário, comentou “não muito suficiente para dizer que a arte está errada/ruim.”
          Dissemos neste podcast justamente que existe uma grande diferença entre arte BOA/RUIM para arte BEM FEITA/MAL FEITA.
          Não digo que está certo ou errado. Se o autor fez daquele jeito e deu certo (vendeu), ótimo, mas isso não torna a arte bem feita tecnicamente falando. É isso.
          E repito: Movimentação bem feita -> você entende.
          Movimentação mal feita -> você nem sempre entende.
          Logicamente, qual seria o melhor?? -_-

    • Concordo com tudo o que você disse Danilo. É exatamente isso que eu quero que as pessoas entendam.

      Sobre a arte do Adachi, é óbvio que a movimentação dele é inferior, mas tem fans que se recusam a admitir isso.

      E sem a menor sombra de dúvidas HxH é superior a OP. Na verdade, HxH é um dos melhores shounens já feitos em minha humilde opinião.

      • Entendam de uma vez, eu não estou falando que a arte do Adachi é melhor que de outras obras de baseball e nunca quis fazer um comparativo, apenas analisando a arte dele em si. Falei que ele consegue transmitir e consegue te passar o jogo de forma normal e de forma que dê pra entender. Agora se a arte é a melhor que outras, ou se é boa para os padrões gerais, aí é outra história. Se falassem da mesmice dos personagens e outras coisas da arte, de boa. Mas aqui eu falei apenas do jogo em si de baseball.

        E como tinha encerrado no post inicial que criei. Encerro aqui. Acho que pessoas inteligentes e que não são pela-saco desse blog compreenderam o que eu quis dizer e como vocês manipulam os posts dos outros para parecerem superiores.

        Grato. Blog também está parecendo para puro shock value. E parabéns, conseguiram.

        Adeus.

        • “Parecerem superiores”? Amigo, juro que não estou te entendendo. Nós comentamos INÚMERAS vezes já que “entender o que acontece” em um manga e aquilo ser “prazeroso” é algo completamente diferente. A arte de Adachi poderia ser melhor para ser muito mais prazerosa, com mais detalhes, melhor movimentação e afins, mas você só está defendendo o manga. Parte desse seu comentário inútil você só falou mal de nós, para no final chegar na mesma conclusão que tivemos no início.
          Sabe qual é o maior problema de fanboys como você? Mesmo nós falando coisas que vocês concordem, continuam falando mal de nós apenas porque comentamos de forma pejorativa de uma obra que gostam. Tem que crescer um pouco, pelo amor da porra. “Shock value”? Justamente odiamos isso em obras. Vivemos comentando sobre como isso é uma merda. Por que faríamos um conteúdo para apenas chocar ou outros?

      • “Entendam de uma vez, eu não estou falando que a arte do Adachi é melhor que de outras obras de baseball e nunca quis fazer um comparativo, apenas analisando a arte dele em si. Falei que ele consegue transmitir e consegue te passar o jogo de forma normal e de forma que dê pra entender. Agora se a arte é a melhor que outras, ou se é boa para os padrões gerais, aí é outra história. Se falassem da mesmice dos personagens e outras coisas da arte, de boa. Mas aqui eu falei apenas do jogo em si de baseball.”

        Você é retardado ou gosta de pagar de idiota. Toda a discussão foi eu e o Trilles dizendo que a arte é totalmente compreensível devido ao roteiro, mas isso não torna a movimentação ou a arte boa. Você entender o que acontece mostra que ela faz o seu trabalho, uma arte boa impressiona. Você faz um comentário inteiro falando bosta para no final dizer que estávamos certos sem querer admitir.

        Vou colocar abaixo o meu primeiro comentário:

        “Vou dar uma resumida rápida. Na obra do Adachi você entende o que está acontecendo, principalmente por causa do enredo e dos personagens, que praticamente narram o que acontece. Você entender o que aconteceu não torna a arte boa, ela apenas faz o seu trabalho.

        As obras do Adachi tem esportes, mas eles estão longe de ser o foco da atenção. O principal do autor é a relação entre os personagens, e por isso a movimentação básica não afeta muito a qualidade da obra. Mas um manga realmente focado no esporte precisa de uma boa movimentação para que as partidas ou lutas sejam impactantes. Nenhuma cena esportiva do Adachi é impactante através da arte, uma cena pode impressionar devido ao enredo. Por exemplo, um personagem fazer uma jogada que vira a partida ou que impressiona a todos é impactante apenas por causa de sua repercussão.”

        Toda essa discussão imbecíl para voltar para o ponto que fiz no meu primeiro post sem você admitir que estávamos certos. Maldito fanboy.

      • Pela minha humilde opinião quando eu encontro fanboy a primeira coisa que eu penso e que ele nunca aceitara que obra tem seus defeitos. eu me tiro novamente como exemplo, eu adoro a personagem (Gasai Yuno) de (Mirai Nikki) e logo não aceito critica…kkkkkkkkkkkkkkkkkk

        HxH

        Pra mim e uma obra prima de Togashi, e não sei se você já fez isso mas eu me pego pensando sera que se o Togashi fosse um viciado em capítulos por semana que nem Oda,Kubo e Kishimoto o manga de HxH seria tão bom?…eu agradeço as vezes pelo Togashi ser meu vagabundo e fazer HxH quando ele quer. Kubo e Kishimoto deviam tirar umas ferias e quem sabe as obra deles não melhoravam, eu quero estar vivo pra ver como sera próximos mangas dos autores de Naruto e bleach e se eles iram ficar melhor ou vão prova que são autores de uma obra de sucesso.

        Ata eu ja desiste do menino do Adachi..kkk

  9. Foi citado no Podcast Kaiji logo lembrei do manga Initial D que possui movimentação e cenários coesos, porém arte dos personagens incomodam muito.

    Gostaria de recomendar Webtoon Diamond Dust.

    um abraço

  10. Acho que objetivo de qualquer que seja a mídia é entreter e despertar interesse , não fica horas analisado um único quadro, julgando cada detalhe.É logico que aki teoricamente é uma analise critica, mas cada um tem seu ritmo e absorve o conteúdo de formas diferentes. É trabalho do autor deixar a obra de forma mais fluida e com um ritmo agradável.
    Acho errado vc julgar um cara que leu 30 mangas só por que vc leu sei lah 4 mil. Isso so significa que vc conhece mais obras, não que vc seja superior já que manga não é uma ciência. Eu nunca vou achar superior a vcs por ter lido mais livros ou visto mais series, (é coisa de criança na minha opinião mais tanto faz!!) então não critiquem fans de naruto e fairy tail , gosto é uma coisa muito unica para ser humilhado por alguém em quem vc respeita!! (ou pelo menos eu respeito!!)
    E já que eu estou comentando (algo que eu não ia fazer já que vcs parecem bastante testarudo e não aceita opiniões) vou explicar algo que eu escutei no podcast top 10 melhores Cenário. Já que veio ao tema nesse cast!!!Se vcs acompanha OP, já tinha sido explicado que a bolha era resistente por causa de uma enzima especial, que podia ser encontrado tanto no Arquipélago de Sabaody ou Ilha dos Tritões.E ele explico a porra da logica de Thriller Bark se vc não entendeu leia de novo por gentileza. (ou não tanto faz!!)
    E a ilha dos traveco existe por causa do Ivan, se o maldito transformo o pavilhão de Impel Down em Newkama Land!!O que seria a porra de uma maldita ilha que só serviu como base pro treinamento do Sanji, sendo que ele era considerado o milagroso e muitos gente buscava ele para pedir ajuda, até reis!!!!O que vc num entendeu ai?(ainda mas com sua Akuma no Mi um pouco unica!!!) Desculpa sou fanboy dessa porra e eu espero uma critica mais construtiva em relação a vcs não me desaponte!!!(ilha do algodão doce?Acho que eu preciso ler novamente não lembro dessa ilha!!)
    E razão para ser fanboy?Ele é numero na porra do japão, esta quebrado alguns recordes de vendas (se é o numero um e vende a rodo acho que alguma coisa de boa tem que ter) eu poderia citar uma lista imensa, que até um leigo que não conhece OP entenderia, mas vou resume nessa frase novamente. Gosto é gosto cada um tem seu!!
    Desculpe se isso mais parece um desabafo que uma critica mas já tinha desistido dos podcast e como um notório fã do trabalho de vcs resolvi tenta para quem sabe mude algo!!

    • Nosso trabalho não mudará nada com este comentário, e isto é um fato. Primeiro por sua escrita, depois por admitir ser um fanboy, algo que não respeitamos (sinto muito). Além disso, sobre ser “errado” julgar um cara que leu 30 mangas, não queremos dizer que quem leu 30 mangas é retardado por ser. Dizemos que SUAS CRÍTICAS OU COMENTÁRIOS são retardados, principalmente quando dizem que manga X é o melhor. Eles não leram quase nada, logo não faz sentido dizerem que tal manga é o melhor do mundo ou w/e.
      E me desculpe, mas ser o número 1, top de vendas, ou o que for, NUNCA foi e NUNCA será exemplo de NADA!
      Restart em certa época vendeu muito no Brasil. É bom por isso?
      Outro dia em meu trabalho, umas 50 garotinhas se juntaram do lado de fora e ficaram gritando por horas. Por quê? Porque era o fã clube do Justin Bieber, alguém que virou top de vendas por algum tempo também.
      Slam Dunk é uma das obras mais vendidas e adoradas do mundo, mas já demonstramos em nosso cast que ela contém falhas.
      Então não, não importa quantas vendas ou críticas boas algo tenha, isso NUNCA será um ponto a se contar ao analisar a qualidade desse algo.

    • Czeslaw, eu não estou entendendo a sua reclamação. Eu gosto de OP, considero um ótimo shounen, e acho melhor que Naruto e Bleach. Eu acompanha a obra a muitos anos, e nesse mesmo tempo eu li centenas de mangas. Você realmente acha necessário que eu decore cada página de OP para saber a qualidade da obra? Acompanho OP, mas para cada 20 páginas que eu leio de OP eu leio outras 400 de outras obras toda semana.

      Nós nunca desmerecemos OP. Na verdade eu defendi a obra dezenas de vezes em muitos comentários, e fizemos o mesmo nesse podcast. Ele pecou uma posição fantástica n TOP 10 Melhores Cenários, e mesmo com tudo o que você disse ele não iria subir de posição. Eu considero o sexto melhor cenário que eu já vi em centenas de obras. Isso é desmerecer?

      Então me diz qual é o problema?

      ps: nunca ficamos horas analisando paginas (talvez o Lucas). Eu simplismente leio os mangas, mas esses detalhes de arte são óbvios para um leitor acostumado. E eu nunca reclamei da arte de OP, eu considero ela muito boa para o gênero.

  11. Vocês citaram sobre a Turma da Mônica, que ‘é o que deveria ser’. Seguindo a mesma linha de raciocínio, o que acham do Saint Seiya clássico? Uma estória tão criativa há quase 30 anos, que popularizou e muito os Shounens por aí, mesmo não tendo a qualidade que temos hoje, o que acham da obra no contexto do tempo?

  12. Eu entro no site umas sempre que fico no computador. Gostei do trabalho de vcs, vcs não se importam muito com ‘agradar’ os outros nas críticas, isso eu achei interessante. E eu sou um tanto maníaco nas opiniões também! kkkk 😛

  13. mas nisso de movimentação fica uma duvida ,é melhor o autor usar uma paginas inteira pra monstrar movimentação de qualidade
    ou usar dois quadrinhos ,pra movimentação e o resto pra fazer a historia andar

    eu gosto de ver uma cena bem movimentada ,mas tipo se de 20 paginas de um capiulo o cara gasta 10 em uma movimentação detalhada e de qualidade ,da a sensação que não aconteceu nada no capitulo

    acredito que as vezes é necessario sacrificar um pouco da movimentação pra se focar no enrredo

    • Eu não membro de nenhum autor que trabalha bem movimentação pecar em enredo, se você souber algum caso me mostre. Um autor que sabe trabalhar movimentação faz sempre o suficiente para impressionar e nunca para fugir do enredo.

      O único caso que conheço que exagera em movimentação é Onepunch-man. Mas mesmo acontecendo pouca coisa no capítulo, o pouco que aconteceu é impressionante a ponto de não precisar de enredo e te deixa com vontade de ler mais. É um manga de comédia que não tem um enredo central para acompanharmos. Seus pontos fortes são a arte e a sátira ao clichês dos shounens de batalha genéricos.

  14. Nem comics nem mangás seguem padrões. Veja o Inoue, que desde Slam Dunk renegava os famosos olhos grandes, e o Frank Miller, que não caía de cabeça no realismo encharcado em hachuras. Concordo que os mainstream é que influenciam essas limitações negativas, mas a diferença mesmo fica por conta da narrativa.

  15. Um artista que eu sempre acho, que sabe fazer sequencias e movimentação otima é o takehiko inoue, quanto em slam dunk nas sequencias, vemos movimentos em basquetes que eu consigo imaginar um jogador de basquete fazendo, salvo as caricaturas do sakuragi, e tambem em vagabond os quadros e as feiçoes dos personagens, eu sou suspeito para falar do takehiko inoue,ele é mestre!

  16. Ouvi o cast ,achei muito interessante;concordei com quase tudo ,mas algo que me incomodou bastante foi o fato de vocês dizerem que a arte dos comics é melhor que dos mangás,quero deixar claro que não discordo ,mas acho errado fazerem essas comparações,são estilos que se desenvolveram independentes um do outro,de formas totalmente diferentes.O objetivo dos desenhistas japoneses ao criarem a arte dos mangás não foi fazer algo fantástico em termos técnicos,mas sim algo simples e visualmente atraente;diferente das hq´s americanas que se apegam mais a técnica ;além disso as narrativas são totalmente diferentes ,os japoneses utilizam bem mais páginas para contar as histórias ,sendo uma narrativa bem mais cinematográfica ,ao contrário dos comics ,que são bem mais econômicos nesse sentido,focando-se bem mais no roteiro.

    • Então Denito neste podcast nós focamos realmente na analise técnica que fazemos da arte, então quando se coloca a técnica em pauta os comics acabam ganhando, não necessariamente por terem artistas melhores, mas pelo fato de terem um processo editorial que coloca certas exigências, o que por consequência aumenta o nível.
      Agora sobre os mangas serem diferentes dos comics quanto ao seus objetivos eu discordo, pelo simples fato de os dois serem a mesma coisa, quando se fala comic e manga se está simplesmente falando quadrinhos duas vezes. Não existe uma forma de se fazer quadrinhos no Japão ou nos EUA, Dentro do próprio universo do manga é possível observar diferenças gritantes na forma de se contar uma história.
      Quando é dada uma definição para como é feito o manga, gibi ou comics, indiretamente você cria uma limitação dizendo a forma que aquele quadrinho possui só por ser feito em um determinado pais. E não existe essa limitação e nunca existiu, nós do EMD não acreditamos nessas limitações pois vemos que a um potencial ilimitado a ser explorado pela mídia quadrinho que independe de quem ou do lugar onde ele é feito.

  17. Acho que eu não fui muito claro no meu comentário;é verdade que quando falamos de comics e mangás estamos nos referindo a mesma mídia,também acredito em um potencial ilimitado para os quadrinhos;quando falei em objetivos dos mangás me referi a arte,que é algo que nem sempre se repete,mas na maioria dos casos a parte gráfica dos mangás é mais simples que a dos comics,em decorrência dos prazos muito curtos,por isso foi criado um estilo de arte simples que é seguido por muitos autores ;eu não quis impor limitações em nenhum dos estilos,quando eu disse que as hq´s japonesas e as americanas se desenvolveram de formas diferentes falei de um fato ,pois é inegável que as influências,na maior parte, não foram as mesmas,sobre as diferenças entre os estilos eu me referia aos mainstreans ,já que nesses casos as diferenças são muito visíveis ,sendo muito fácil identificar cada um ;em nenhum momento quis generalizar,eu bem sei que não existe uma fórmula para fazer quadrinhos ,só falei da maior parte das obras onde existem muitos padrões que se repetem.

  18. Opa! curti o cast!
    Realmente eu nunca parei para prestar atenção na movimentação dos mangás que eu leio, olha que eu desenho, eu sempre prestei atenção mais no estilo do desenho do autor e nos cenarios.
    Como por exemplo em Black Cat, eu curto bastante o estilo que o autor faz brilho e sombra, se você pegar um personagem de camisa preta por exemplo a camisa não estara toda preta, igual você ve em alguns shonens, as partes mais iluminadas estão em branco dando um ótimo efeito de textura e dobra na roupa assim não fica parecendo que a camisa esta sempre reta no corpo do personagem.
    Sobre o comentado que toda obra do Hiro Mashima (autor de Fairy Tail) é sempre igual, eu concordo com isso, eu leio Fairy Tail e acho divertido sim, mas sei que a qualidade é questional. Na minha opinião o autor depois do primeiro sucesso que foi Rave Master (que eu acho um ótimo shonen) decidiu seguir meio que uma “formula para o sucesso” fazendo as coisas da mesma forma para que mesmo com qualidade ruim tivesse sucesso, nota-se isso em outras obras dele também.
    Sem querer defender Naruto, mas existe um mangá que consegue ter um cenario muito pior: Bleach, 90% dos fundos são brancos sem nada e quando tem algo é bem facil de perceber o amadorismo, algumas casas dele são nada mais que cubos com um telhado.
    Bem era só isso que eu queria comentar, valeu pelo podcast e continuem com o ótimo trabalho.
    flws.

  19. Po não tenho nada do que reclamar, eu so quero que vcs continuem assim adoro os seus Podcast vcs tem opinião solida sobre as coisas e critica muito boa PARABÉNS, e sobre os fanboys defendendo mangas com arte ridícula nos comentários leia um capitulo de Vagabond e se arrependa

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