EMD Cast #80: Review – Psycho-Pass

Finalmente, um ótimo anime foi lançado e acaba de terminar. Resolvemos ajustar nossa agenda para comentar dessa ótima obra que impressionou a muitos, mas será que ela conseguiu nos impressionar tanto assim?

Com uma premissa interessante, um cenário fantástico, e uma estória com um bom desenvolvimento, essa obra nos prendeu facilmente, mas cadê os personagens carismáticos? Cadê as emoções que muitas vezes sentimos por estarmos nos conectando aos personagens de uma obra? E o final, satisfatório ou não? Todas essas respostas e muito mais no nosso podcast, e algumas dessas informações já no texto abaixo.

Eu, Trilles do Ecchi Must Die, orgulhosamente lhes apresento a nossa review de Psycho-Pass!

P pass

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Lembrando que recomendamos que baixem nossos podcasts.

Para fazer o DOWNLOAD e/ou ESCUTAR ONLINE:

– Informações Gerais –

Onde baixar: FANSUBBER Tracker (português-BR).
Status: terminado.
Episódios: 22.

*Para saber sobre as músicas utilizadas no cast ou caso tenham qualquer dúvida, entrem em contato conosco.

50 pensamentos sobre “EMD Cast #80: Review – Psycho-Pass

  1. ate que enfim um review com o qual concordo completamente.

    psycho pass é muito, muito bom, e tem tudo pra se tornar um anime que será lembrado por muitos anos

  2. Psycho-Pass é um anime que me interessou bastante desde o início, principalmente por gostar de distopias(apesar de não ter lido muitas obras com esse tema. Acho isso no mínimo estranho) que parecia ser o rumo da história, e por ter Gen Urobuchi na Staff do anime (eu já tinha visto Madoka antes, que eu não considero genial mas para mim é ótimo). Estava vendo assiduamente até o episódio 13(achei esse episódio meio anti-climático se comparado ao episódio anterior) e parei de assistir, fiquei baixando para ver depois que acabasse. Enfim, ainda não ouvi o podcast, e vou recomeçar a ver o anime amanhã(quer dizer, mais tarde do dia de hoje). Adios

    • É… Acho que muita gente eleva demais esse Gen Urobuchi. Fate/Zero pode ter sido bom, e Madoka pode ter sido uma desconstrução, mas pelamor, isso não o torna um mestre ou sei lá o que. Mas com certeza ele fez um bom trabalho com Psycho-Pass.

        • Pra começar, ele nem diretor é. Gen é simplesmente um autor. Ele criou sim boas séries, e algumas delas foram muito boas, fora isso, ele já criou outro anime que será lançado nessa próxima temporada, mas como eu disse, tem muito hype em cima do cara.
          Eu não consegui nem passar do segundo episódio de Madoka. Pode ser uma ótima série, mas com um início daqueles, não me pegou. Phantom ele criou o cenário, e foi uma ótima obra, mas com um final decepcionante. Psycho-Pass, como já citamos, também teve problemas. Faze/Zero idem. E para completar, ele já fez Blassreiter, que não é bom, e agora está com esse novo anime, que mais parece um grande câncer. Tem sim vários autores e diretores que competem facilmente com ele, mas como ele criou os mais novos “hits”, como Madoka, que a criançada adorou, e agora Psycho-Pass, a galera dá um hype gigantesco no cara.

        • LOLOLOL. Tentativa de trollagem? Infelizmente, Franc, não suporto obras (animes e mangas) que tem rótulos “Fica bom a partir do episódio/capítulo X”.
          É claro que nem toda obra começa fantástica, mas pelo menos suportável, ou apresentando um tema diferente, interessante… Mas Madoka? Para mim, o primeiro e o segundo episódio foram simplesmente insuportáveis. Vi quando fui dormir e quase dormi nos dois episódios. Simplesmente triste. Mas darei uma chance à obra no futuro.

      • Não é troll não, lol. Vocês mesmos deram um bom exemplo para definir o que acontece no 3, Hunter x Hunter antes e depois de York Shin. Claro que não chega a ser tão fantástico quanto comentam mas ainda é bom sim.

  3. Sinceramente achei o melhor anime da temporada só achei que foi muito corrido no final. mas com certeza é o melhor, ao menos para mim e gostei bastante do cast, pessoal do EMD de parabéns como sempre! Espero que venham mais animes de qualidade daqui pra frente, pois estou cansado desses lixos que estão sendo lançados ultimamente.

  4. Não cheguei a ver o anime de Psycho pass, mais o manga é bom (apesar de não ser tudo isso), pena que só saiu 2 cap do manga até o momento em português.

  5. Opa muito interessante essa Review vlw, desculpa o incomodo só gostaria de saber se vcs pretendem fazer uma review sobre Sword Art Online, já assisti mais não sou grande fã dessa obra, mais sempre vejo muita gente falando bem dela e talz, gostaria de ver a opinião de vcs sobre essa obra.

    • Opinião clara e rápida: UM CU.
      Não pretendemos perder tempo fazendo um podcast desse lixo shounen “esteriotipado” cheio de personagens clichês, desenvolvimento clichê, soundtrack lixo repetitiva e colocada em momentos incoerentes, traço (arte) nada demais, e que inclui uma tentativa de incesto, com um dos finais mais decepcionantes que já vimos.

      MAS… Talvez pra falar mal de outro grupo que tenha feito uma review da obra falando bem dela, um podcast pode surgir. Hehe.

  6. Adorei o podcast, amei o anime e fui uns dos que imploraram para vocês fazerem esse review. Bem, estou sem tempo e vou fazer alguns comentários, cheios de spoilers:

    Sobre a parte da explosão da Dominator, além do efeito óbvio do “mais ação”, pensei numa explicação bastante pragmática a respeito desse fato da obra: Um cadaver aumentaria o coeficiente criminal das pessoas talvez mais do que pedaços de sangue, assim como o próprio cadaver seria de alguém como um assassino, um estuprador, que já por si aumentaria. A desintegração seria uma forma de eliminar aquilo da sociedade inclusive fisicamente, para que os danos posteriores fossem os menores possíveis.

    Quanto o Masoca morreu, primeiro que eu até agora não quero acreditar que ele morreu. Depois que eu não chorei, mas fiquei xingando muito o Makishima no twitter.

    E sinceramente, para mim, Makishima é um vilão. Ele para mim é uma pessoa sem emoções, apenas com objetivos racionais (não importa as “justuficativas” que o enredo trás sobre ele, que são poucas), só que o mais surpreendente é que ele quer viver ALGUMA emoção. É um exemplar genuíno de um sociopata, tal como aqueles que gerem a sociedade. E esse é o melhor momento pra mim na obra: Um mundo controlado e gerido por um sistema de pessoas tal como Makishima. Mas voltando a idéia que quis trabalhar, ele pra mim se torna um vilão a partir do momento que a escolha dele em viver é escolher formas malignas de fazer as outras pessoas viverem. É simples a maneira que coloquei, mas como estou um pouco tempo então fica assim =P

    Outra coisa: Acredito que o Kogami não virará um novo Makishima. Mas provavelmente uma segunda temporada será com eles tentando lutar contra o Kogami que se torna um assasino por seguir suas próprias visões de justiça, como matar outros makishimas ou impedir outros crimes por meios nada bem visto pela Sybila.

    • Meu Deus, eu não consigo fazer meu trabalho sem parar de pensar nisso aqui, desculpem até pelo flood. Vou escrever tudo que eu penso sobre alguns elementos e uns pontos que passaram batido por vocês:

      alguém lembrou do Dread? Um HQ que admito não ter lido muito, mas que trás os Juízes (não me recordo se era esse nome) que são ao mesmo tempo a força policial, juiz e juri? Observando bem, as Dominators cumpre a mesma função. O que difere um do outro é o cenário e isso eu também concordo com vocês: É o motor da obra.

      • Flood nada, adoramos ver opiniões perspicazes. =D
        Não me ligo muito em HQs, como já deve ter percebido, mas já ouvi falar e já olhei Dredd (se é dele que está falando). Interessante o ponto que citou. Darei uma olhada.

  7. Na minha opinião, nem o autor conseguiu pensar em uma solução para se livrarem do Sibyl (sei lá como se escreve) e fez esse final que cagou com o anime, o que é uma pena pois o desenvolvimento foi tão bom… Acho que, em uma segunda temporada, o anime vai se perder.

  8. Saudades das minhas quintas feiras com episódios de Psycho haha, mas foi claramente um ótimo anime, correspondeu com o hype do Urobucher (que eu tive MUITO medo de me decepcionar).
    Ótima review também, parabéns aê.

    Agora quero citar algumas coisinhas que me incomodaram quanto a obra; Primeiramente o fato de ela querer forcar um dilema para o espectador. Por tabela, claro, inicialmente são os personagens que tem que pensar “Que lado eu escolho? Cybyl ou Makishima?” Mas honestamente essa questão sempre foi fácil, e esse é o erro que eu quero apontar. O Makishima não tem NENHUMA persuasão, o único grau de identificação (ou admiração) que ele passa (para nós) é o fato de querer a verdade, de resto ele é um arrogante hedonista viciado em livros de distopia. Suas ideologias são completamente egoístas e ele deixa explícito isso.
    Mas ok, isso estraga todo o dilema para nós, mas e os personagens?
    De fato os personagens tem mais chance de se deixar induzir, mas ainda assim quando deparados com um cara que quer causar a desordem através de chacinas e uma sociedade organizada e pacífica onde já absorveu todos os valores dela e já tem seu lugar nela, vamos combinar que é fácil escolher. Fora a poderosa inércia que atua sobre toda pessoa.
    Mas isso tudo é só pressupondo que o anime teve a ambição de causar esse dilema. Não é certo, mas senti que quis sim haha

    Quanto a uma continuação eu preferiria um prequel honestamente, mostrando o desenvolvimento do amigo do Kougami que morreu, esse por sua vez um Inspetor e não um “cão de caça”, tentar fazer um link com o movimento musical que foi apresentado no flashback da yaioi (episódio mais WTF que teve, mas né…) e talvez explicar a ultima cena que gerou discussão pra caramba: O Saiga (o psicologo amigo do Kou) conversando com a véia robô.
    Uma coisa que me irritou um pouco também foi as pessoas dizendo que uma continuação estragaria a suposta mensagem do “ciclo da vida”. Mas pelamôdideus a questão cíclica apresentada não significa um loop eterno não né? Se não houvesse rompimentos desses padrões ainda estaríamos com paus e pedras. Agora o Urobuchi precisa ter bolas pra encarar isso, porque vamos combinar que abre muita margem pra erros.

    Quanto ao final achei beeem anti climático, mas satisfatório, quanto o makishima ter vacilado um pouco e “se trancado em um estabelecimento” ele provavelmente pensaria que a polícia ia ser incompetente de seguir o rastro dele, e que só o Kougami conseguiria. E quando viu isso, botou suas armadilhas, fez seu teatrinho de praxe (que não precisava) e tentou vazar no caminhão. Mas alguém falou que queria ver ele sofrendo mais no cast né? Concordo COMPLETAMENTE, queria ver aquele sociopata maldito sendo torturado fisica e psicologicamente, voltando ao instinto básico de sobrevivência dele pra ironizar com o ar pedante e culto que ele tem. mwuehuahuhe
    Mas sendo bem sincero, o espectador médio que se reside dentro de mim queria um final com EXPLOSÕES DRAMA LUTAS E MAIS EXPLOSÕES, mas fazer oque né…me contentei. haha

    Nossa, acho que não comentava desde o Review do filme de Berserk ou algo assim euheuhue, mas me perdoem tenho uma preguiça descomunal. Mas continuo acompanhando sempre o site.
    Bem, é isso, concordo completamente com a nota 9. Desculpem pelo texto aê, mas sempre me empolgo quando começo a digitar haha

    • Eu acho que a serie forçava um pouco em alguns trechos que deveriam ser “emocionantes”. Quando o Ginoza revelou para nós que o Masoka era seu pai… podia ter sido menos óbvio? Falando nisso, eu não senti vontade de chorar quando Masoka morreu (achei que ele poderia ser salvo), mas torci muuuuito pelo Kogami dá nas fuças daquele sociopata.

      E vendo por um lado o “melhor fim possível” do Makishima, a única pessoa que agiu da melhor forma foi a própria Akane: Se o Makishima fosse preso no sistema Sybil, ou ele causava mais o sistema por dentro, ou ele iria sofrer por fazer parte daquilo que queria destruir. A vingança pessoal de Kogami acabou com tudo isso, em troca do único clichê chato da serie, desse amor homoafetivo dos dois.

      E concordo com o manolo acima que estava muito fácil escolher, desde o início.

      • Hm, me lembrei de mais uma coisa com o seu comentário Renan. Um ponto bem positivo na série que acho que poucos perceberam; Desde o começo eles deram indícios que o Masaoka era o pai do Ginoza. Na saga da fabrica de máquinas (ep 3) a própria Akane já nota algo estranho entre os dois, até pergunta pro pessoal:
        “Tem alguma coisa entre o Ginoza e o Masaoka” e o Kagari responde ‘Você não perguntou isso pra ele não é?”, ficou bem claro que tinha alguma treta ali que era meio um “tabu” não falar. E a primeira treta que o fandom começou a pensar foi exatamente o “pai e filho”. Mas até aí ok, nada de mais, mas depois do episódio 9, ficou beem conclusivo, quando o velho vai falar com a Inspetora sobre “o pai do Gino” (que ele chama carinhosamente o Gino de Nobuchika), sobre o fato do pai dele ter virado um enforcer e naquelas de contar a própria história em terceira pessoa. Quando ele no meio da ação (ep 10) pega o seu suposto superior pelo cangote e da um “se liga”. E mais pra frente tem a revelação de fato quando o Gino reclama “você deixou eu e a mamãe para trás e blablabla”.

        Achei todos esses detalhes maravilhosos. Mas fico em dúvida se as pessoas repararam, já que o próprio trilles mencionou no Cast que tinha entendido diferente a relação deles e muita gente ficou surpresa nos forums também.

        Mas como disseram no Cast: é uma série que foca no cenário e não nos personagens. Também não senti nada com a morte do velho, acho que só quem é beem sensível iria sentir infelizmente. Ao contrário da outra obra do Gen, Fate/Zero, onde você ta cagando para o cenário e ta torcendo pelos personagens.

        Obs: Tem também vários indícios que as duas lá eram lesbicas desde o início, tem como não adorar essa série? euheuheuheu

  9. Machado, pelo menos a loira não era lesbica, e sim bissexual. Antes do Kogami ir sozinho atrás de Makishima, ela dá uma indireta nele que só um personagem obcecado de anime não responderia a altura rs.

    Mas eu esperava um desenvolvimento romântico entre o Kogami e a Akane, mas ficou só no companheirismo mesmo.

  10. cara,sobre a parte de não ocorrer nenhuma explosão,ja no primeiro episodio um pouco antes da akane atirar no kougami , enquanto uma mulher esta sendo usada como refém por um cara,ele é explodido na frente dela e isso só piora o estado mental dela! Portanto concordo com a parte q o trilles diz sobre as armas causarem danos psicologicos as pessoas a volta com o fator explosão.

  11. Depois de algum tempo a espera desse podcast, finalmente foi lançado, embora eu esteja comentando um pouco atrasado. Deixarei aqui minhas impressões como tradutor da série, destacando os pontos que mais me tocaram e chamaram mais minha atenção.

    Pouco se sabia sobre a série antes do seu lançamento, e somente uma semana antes é que foi liberado um PV com pouco mais de um minuto, deixando em alta as expectativas de todos, em especial a minha, que ficaria responsável pela tradução dela nos próximos seis meses. Devo dizer que não me arrependo em nada em ter escolhido esse projeto, pois essa obra se mostrou ainda melhor do que eu imaginei inicialmente.
    A cada episódio eu era ainda mais surpreendido. Devo concordar que aquele recurso utilizado nos primeiros minutos do primeiro episódio mostrou-se um pouco desnecessário, pois tira um pouco da tensão e surpresa que teríamos se essa cena só tivesse sido mostrada na parte onde realmente estava para aparecer, que é no episódio 16. Noto que esse recurso tem sido muito utilizado nos últimos anos, e provavelmente os japas devem gostar que se utilizem dele, mas não caiu muito bem nesse caso. Contudo, esse pequeno deslize é logo compensado nos minutos seguintes. Foi notável Gen Urobochi ter tido culhões de colocar um estupro logo no primeiro episódio, e isso já deixou claro que a maldita censura passaria longe desta série, para o alívio de todos.

    Devo frisar que aquela parte de Spookie Boogie pode até não ter sido tão interessante para alguns, mas que foi importante na expansão do universo de Psycho-Pass, mostrando como seriam as redes sociais no futuro distópico da obra, além de mostrar o início das tramóias de Makishima Shougo.

    A parte de Ouryou Rikako, que achei interessantíssima, também foi um ponto alto da obra, e que abriu caminho para um dos personagens secundários mais interessantes da obra, o Senguji. Cara, além dele ter matado a Rikako de maneira brutal, o velho ainda fez um cachimbo com o femur dela, para curtir umas tragadas “from hell”.😀
    Entretanto, o mais interessante para mim foi a forma como ele morreu, no épico episódio 11. Para mim, aquele foi um dos momentos de maior poesia da obra, quando ele, já sem um dos braços, sai correndo a procura de Kougami, e relembra dos tempos de guerrilhas que vivera no passado, enquanto toca ao fundo a Ode à Alegria, excerto da Nona Sinfonia de Beethoven. Ao perceber que fora enganado e encurralado pelo Kougami, ao invés de se desesperar e tomar alguma ação que não daria em nada, esboça um sorriso, como se dissesse “estou feliz por ter me divertido até o fim”, e explode logo em seguida. Comentar a epicidade do decorrer dos próximos minutos desse episódio levaria muito tempo, então digo apenas que o encontro entre Akane e Makishima, além da morte de sua grande amiga, foi o grande ponto de mudança na personalidade da nossa protagonista, mostrando o quão cruel poderia ser o mundo.

    A segunda parte da obra começa logo mostrando como a Yayoi veio a se tornar uma Coagente (Justiceiro, ao meu ver, é uma tradução errônea, visto que Coagente = alguém que coage, que aplica a lei à força). E, ainda falando desse episódio, uma das coisas que ficaram e aberto com o fim(?!) de Psycho-Pass foi o que Rina (aquela garota de cabelo azul) estaria fazendo atualmente, e qual foi o propósito da sua introdução da obra, além de servir como background para a decisão de Yayoi. Também achei muito interessante a personalidade do Coagente Sasayama, sendo uma pena o mesmo ter morrido.

    A parte da revolta em massa e a introdução dos criminosos de capacete abriu um vasto leque de opções de brutalização, e o autor se aproveitou bem dessa oportunidade para matar um bocado de pessoas de maneira cruel, como aquela cena em que o cara matou aquela mulher à marteladas no meio da rua.

    Eu já suspeitava desde a primeira dica que foi dada que o velho Masaoka era o pai de Ginoza, mas a confirmação mesmo só veio quando ocorreu aquela conversa entre os dois. O final dessa relação entre pai e filho foi muito tocante, e ao que parece, o Ginoza acabou também perdendo um braço, como o pai perdera no passado.

    A revelação do Sistema Sibyl me deixou surpreso, pois eu não tinha concebido que o sistema teria aquela forma, mesmo que algumas dicas, ainda que sutis, tenham sido dadas.
    A reta final do anime me deixou satisfeito, mas espero muito que tenha uma continuação, para fechar de vez a obra. Eu ficaria satisfeito com um filme, pois seria o suficiente para colocar um ponto final no Sistema Sibyl, e mostrar algumas coisas que ficaram e aberto ao fim desses 22 episódios.

    Falando agora do podcast em si, ele ficou bacana, e eu ri com você, Trilles, corrigindo a Larissa a toda hora, quando ela errava a pronúncia dos nomes dos personagens. lol
    Ela devia estar um pouco tensa, então isso é o de menos. No mais, concordo com a nota de vocês, pois para receber um 10 seria necessário que alguns pontos tivessem sido melhor trabalhados, e algumas falhas corrigidas.

    • Obrigado pelo mega comment, Tanuki, hahaha. Lembrou de algumas cenas interessantes do anime que esquecemos de citar no cast. Posso afirmar que eu mesmo estava nervoso como nunca. Na parte com spoilers o pessoal já havia relaxado um pouco e tínhamos mais liberdade para falar o que quiséssemos, mas na parte inicial sem spoilers… Vish! Me repeti muito, falei coisas idiotas… A edição foi um pórre.

      Até a próxima! =)

  12. *Chorando de emoção por ter sido citado no cast*
    Fiquei sumido por um tempo mas aqui estou eu para comentar essa review… Quase uma semana depois de que ela foi feita.
    Enfim, concordo com grande parte do cast mas devo ressaltar algumas coisas que me incomodarem em PP. O que me interessou no inicio foram a presentação de vários conceitos interessantes, em especial quando tratava do comportamento em sociedade e como respondemos a forma como ela nos molda, porem, esses conceitos foram tratados de forma muito superficial o que me deixou com uma sensação de desânimo durante o climax do anime já que eu vi coisas que eu até consideraria como sendo o tema principal do anime no começo sendo jogadas pro lado. E sobre as citações de várias obras literárias, minha visão é um pouco diferente da sua, eu não acho que o principal disso seja “acrescentar cultura” e sim fazer o anime parecer mais profundo do que realmente é, pra mim qualquer referencia em uma obra tem que ser significativa para o que a obra quer passar, afinal é muito fácil ficar jogando citações de Shakespeare para tornar o meu Shounen mediano em algo sério e profundo(Cof, Zetsuen no Tempest, cof). Mas não chega a ser um problema tão grande em PP, só acho que foram tratadas de forma um tanto superficial.
    Ainda assim acho que foi um dos melhores animes do ano, ou da Fall já que foi a unica temporada que eu acompanhei, rs.
    E já que vocês chegaram a citar PP como um candidato para o top de melhores cenários não posso esquecer de mencionar Shin Sekai Yori, anime lançado na Fall que também tem seus defeito(Na direção, principalmente) mas teve uma construção de mundo excelente, eu sei que o Gutinho não gostou mas mereceria uma chance. Shin Sekai é fraco quando se trata de personagens, o que chega a ser decepcionante no começo do anime, mas vale pelo universo criado.
    E sobre PP não ter Plot Holes, acabei ler uma review do Roriconfan no MAl que me deixou sem respostas, apesar de não concordar 100% com a opinião dele a parte de plot holes ficou meio complicado discordar.
    http://myanimelist.net/anime/13601/Psycho-Pass/reviews&p=2

    Ah, e quando teremos uma review da melhor obra do Nihei: Sabrina.

  13. Depois de assistir tantos animes a gente fica meio pé-no-saco e implica com tudo. Não sei voces mas pelo menos eu fiquei assim.
    De qualquer forma sou fanatica por sci-fi e ver tantos aspectos maravilhosos me fazem ignorar absolutamente os ruins. É tanto anime lixo que quando vejo um anime tão bom não consigo não pagar pau.
    Achei maravilhoso! O final me deixou satisfeita.
    Acho esse papo de final redondinho muita besteira. Gosto de finais abertos e com espaço especulativo.
    Não acho que foi forçada uma profundidade ou intelectualidade. Achei muito bem colocadas. Talvez isso possa incomodar pessoas que nunca leram os livros citados e ficam meio chateadas vendo a propria ignorancia querendo então atacar dizendo que é um intelectualismo forçado.
    Enfiiiiim. Entrou na lista dos melhores animes que vi. Mas como disse sou suspeita. Meu fanatismo por sci-fi e cyberpunk pode me cegar😉

    • Se é fã de sci-fi e cyberpunk, peço que leia o texto que fiz e, se possível, que escute o podcast que fizemos em nossa review de BLAME!.
      Você a encontra facilmente na aba “Reviews – Ordem Alfabética” em nosso site.

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