Ranking Mensal de HQ’s #1 – Invasão ocidental!

Dae pessoal, aqui é o Estupratom novamente.

Esse é a primeira edição do meu novo projeto. Como vocês devem saber, eu tenho trazido algumas HQ’s toda semana para o meu ranking semanal, com o intuito de expandir os horizontes dos fans de mangas. Mas esse formato trouxe alguns problemas. Muitas das HQ’s que eu trouxe tinham um enredo muito maior que os capítulos japoneses, porque comecei a falar de obras completas ou de arcos inteiros.

Muitos desses comics iriam obviamente ficar na frente de capítulos semanais ou mensais de mangas. Também é injusto comparar uma jornada inteira de um personagem de HQ com as ações de um personagem de manga em apenas um capítulo. E com o número curto de comics em cada ranking semanal, fica difícil vocês saberem qual que eu recomendo a leitura como prioridade.

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Para resolver esses problemas eu decidi fazer um post mensal semelhante ao ranking semanal, só que contendo apenas comics. Com isso vocês poderão ter uma noção melhor de minha preferência, e poderei julgar os MVP’s da semana de forma muito mais justa. Como esse é o primeiro ranking eu vou adicionar quase todas as HQ’S que comentei  até agora. Não vou adicionar Persépolis porque a obra é de um gênero completamente diferente de todas as outras obras dessa lista.

Todas as HQ’s que estão nesse post são as mesmas que apareceram no ranking semanal. A única diferença é a comparação de posições apenas usando comics e os pódios especias da semana. E já aviso que eu não pretendo parar de adicionar comics no ranking semanal. Espero que vocês gostem desse novo projeto, e eu apreciaria muito o feedback nos comentários e na enquete que está na lateral do site. E apartir do próximo ranking o Lucas vai adicionar a sua opinião em algumas obras desse ranking de HQ’s.

No final do post vocês vão ter uma notícia bombástica! Semana que vem começaremos o maior projeto já feito pelo EMD e ele está diretamente ligado ao ranking semanal. Chega de delongas e vamos para o primeiro Ranking Mensal de HQ’s.

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12°Colocado – Família Deadpool capítulo único

Eu estava com boas expectativas desse one-shot. Diversos escritores e desenhistas participando de apenas um one-shot, o tema é a família de um dos personagens mais carismáticos, loucos, criativos e fora do convencional da história das HQ’s de super-heróis. O Marvel tem investido muito dinheiro e tempo em tudo envolvendo o Deadpool. O que poderia dar errado? Após ler esse capítulo eu pensei: “O que poderia ter dado certo?”

Temos quatro histórias curtas. A primeira envolve o Deadpoll Kid e o seu desejo infantil de impressionar os outros garotos. A enredo foi fraco e as piadas foram forçadas. Não dei nenhum sorriso em todo esse arco e fiquei entediado na maior parte do tempo.

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O segundo foi muito mais louco e chegou a agradar em alguns pontos. O enredo é focado no “romance” entre a Lady Deadpoll e o cabeça zumbi. teve algumas partes engraçadas, e os dois personagens são muito mais carismáticos que o Deadpoll Kid. Mas eu não fiquei completamente satisfeito e a cena do beijo deles me deixou um pouco enjoado.

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O terceiro arco foi sobre o  Deadpoll Dog. Ele foi um arco simplesmente inútil que lembrou um episódio de Tom e Jerry. O melhor arco foi o quarto, que foi protagonizado pelo próprio Deadpoll. Esse arco conta seu passado com uma garota que ele considerou ser da família, mesmo que por um curto período de tempo.

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O último arco foi muito bom, mas ele não compensa os outros arcos fracos. No geral eu não recomendo essa HQ, acho que tem muitas leituras melhores.

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11°Colocado – Crossed Badlands capítulos 10-13

Esse arco tomou um rumo totalmente diferente. Como é a primeira vez que presenciamos um arco que se passa no tempo onde ocorre a tragédia, as pessoas ainda tem esperança de que o mundo vai voltar ao normal. Sem contar que temos palhaços estuprando e matando tudo o que vem pela frente, chega a ser romântico.

Após perder todas as pessoas que ama o protagonista acaba se juntando com os populares da escola. Eles não conhecem a gravidade da situação e decidem lutar ao invés de fugir. Poucas páginas depois todos estão sendo massacrados e o protagonista sobrevive apenas porque é um covarde.

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O arco tem um desenvolvimento bizarro envolvendo muitas cenas de ação, uma gangue de motociclistas e uma tara retardada que o protagonista tem por bundas. Pode estar morrendo todo mundo a sua volta que ele consegue arranjar um jeito de pensar em uma bunda. O garoto é um pervertido, covarde e problemático. No capítulo treze o enredo fica ainda mais estranho após aparecer um cara bizarro que acaba influenciando o garoto a foder um cadáver e depois vai embora. Alguns leitores me mostraram que esse louco é o protagonista do arco Crossed Psychopath, um detalhe que eu não tinha percebido.

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Essa história doida termina no capítulo 13 da forma mais bizarra possível. Esse arco teve muito zoação e pouco enredo. Fiquei um pouco decepcionado e para mim esse foi o pior arco já feito em todos os Crossed.

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10° Colocado Batman – O Filho do Demônio –  capítulo único

Essa graphic novel foi originalmente publicada 1987 e tem cerca de 80 páginas. Ela foi relançada pela Panami no ano passado. Esse arco foi tão marcante que alguns detalhes dele são utilizados no Batman atual, mesmo tendo passado quase 30 anos desde o seu lançamento. Essa obra é considerado por muitos um dos pilares que tornou Batman o que ele é hoje.

Aqui a história central é a união de forças entre o Homem-Morcego e seu lendário inimigo Ra’s al Ghul, contra um terrorista genocida chamado Qaym. Mas a grande trama é o romance de Bruce Wayne e Talia. É na união do morcego com o demônio que surge o laço eterno sob a benção de um filho: Damian.

Durante a obra podemos ver o morcegão falando diversas vezes da importância de figuras paternas na vida de uma criança, mensagens subliminares mostrando que até mesmo o temível morcego não é nada comparado ao milagre de uma nova vida. A HQ começa com o Batman resgatando uma mulher grávida, e termina com o nascimento de seu próprio filho.

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O romance entre os dois é desenvolvido de maneira satisfatória, tendo algumas reviravoltas bem agradáveis. Fiquei chocado com as cenas de sexo que o autor revelou. Isso é algo bem sério para a época em que a HQ foi publicada. Mas o que mais impressiona é a mudança de atitude do Bruce Wayne após ele descobrir que vai ser pai.

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Eu pessoalmente considero esse um bom arco e entendo a sua importância histórica mas não acho ele tão marcante. Tivemos uma aliança entre inimigos, alguns mistérios, um bom romance e algumas reviravoltas no enredo. A arte não é ruim, mas eu não sou fan dessa coloração tão clara, que era algo comum nos comics daquela época. Recomendo a obra para pessoas que são fans desse justiceiro noturno, ou para pessoas que tem curiosidade de ver como que era um comics da década de 80.

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9° Colocado – Crossed Badlands capítulos 14-18

Esse arco foi totalmente diferente dos anteriores. Ele narra os acontecimentos de um grupo de escritores que está em reclusão do mundo por seis semanas. Mas para apimentar as coisas essa reclusão acontece ao mesmo tempo em que a tragédia tem início. O arco tem um desenvolvimento bem interessante, onde o anfitrião manipula seus convidados para transformar a reunião de escritores em uma orgia.

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Esse arco acabou se tornando o mais complexo até agora. No arco anterior o Garth Ennis mandou o enredo para o casa das primas e fez um arco com apenas violência e sexo. Esse arco ele faz o contrário, temos menos Crosseds a vista e mais enredo. Os escritores são forçados a entrar em um jogo criado pelo anfitrião. Eles tem que interpretar papéis que iriam levar os mesmos a mostrar suas verdadeiras faces, e isso vai revelando como todos são malucos por dentro, ou como são manipuláveis a ponto de se tornarem loucos.

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Temos uma segunda narrativa acontecendo na obra. Fora da reclusão dos escritores, temos uma policial que presencia a invasão dos Crossed, e faz de tudo para proteger sua sobrinha.  Esse é o único ponto fraco do arco, essa narrativa acaba se tornando inútil e apenas serve para mostrar o avanço dos Crossed.

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O arco foi bem interessante. Ele trabalhou bastante o psicológico dos personagens, principalmente o protagonista. Eu acho que esse foi um dos melhores arcos de Crossed Badlands, mas ele ainda não alcançou o nível do arco original de Crossed.

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8°Colocado – WE3: Instinto de Sobrevivência capítulos 01-03 FIM

Eu prometi a mim mesmo que eu iria apoiar o mercado nacional se eles respeitarem e valorizarem os leitores. O presso dos mangas tem sido ultrajante e a qualidade e ritmo de lançamentos não tem feito jus a tal preço. Mas o mercado brasileiro de comics tem  me surpreendido. Eles estão lançado uma gama enorme de obras de todos os gostos, e tem lançado muitas edições definitivas por um preço justo e uma qualidade infinitamente melhor a dos mangas. Com R$ 40,00 eu compro três mangas mensais e um chocolate, e pelo mesmo preço eu compro essa HQ completa, com capa dura, todas as páginas coloridas de alta qualidade e ainda ganho extras 10 páginas extras desenhadas pelo autor.

Agora vamos falar curiosa obra. A premissa é muito simples, temos três animais de estimação querendo voltar para casa. Um cachorro, um gato e um coelho, o detalhe é que esses três animais foram projetados para serem a mais avançada arma de guerra do governo.Eles são animais inocentes que querem voltar para casa, não desejam ferir humanos e algumas vezes chegam a salvá-los. O problema é que eles foram programados para se defenderem quando ameaçados e tentando recuperar suas armas o exercito acaba perdendo dezenas de homens e equipamentos valorosos.

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O artista é o famoso Frank Quitely e sua arte é magnífica, trabalhando com perfeição todos os aspectos principais de arte. A melhor qualidade da arte é a dinâmica de quadros e dos movimentos, que é feita de uma forma que eu nunca tinha visto antes. O desenhista faz uma página com o inicio do movimento, e em diversos quadros pequenos ele coloca os detalhes da batalha, mostrando a movimentação e o ferimento. Ele também usa um efeito onde ele quebra a dimensão padrão fazendo um movimento osde a movimentação acontece invadindo quadro que estão organizados em cortes paralelos.

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As batalhas são bonitas e bem desenhadas, mas elas estão longe de ser o ponto principal da obra. O que realmente chama atenção é a inocência desses animais. Eles não querem ferir ninguém, só querem ir para casa e serem felizes. Temos cenas lindas e chocantes envolvendo a amizade desses animais e de pessoas que querem seu bem. Não temos um narrador contando o que está acontecendo, podemos ver todo o sentimento que a obra oferece através de sua linda arte, tanto em expressões corporais e faciais quando nas cenas de batalha.

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A trama é simples, mas ela é trabalhada com maestria e tem um ótimo desenvolvimento. Temos eventos chocantes, muita ação e um final digno, que não deixa aberturas para continuações. Honestamente, mesmo eu tendo gostado desse HQ e o preço valer a pena, tem obras melhores para comprar. Ela é ideal para pessoas que querem colecionar obras em edição definitiva, querem comprar algo fora do convencional ou querem ter um trabalho artístico digno de um mestre.

Se você não planeja comprar a obra, leia ela online. A experiencia não vai ser a mesma, mas vai ser prazerosa.

7° Colocado – Mr. Punch capítulo único

O título completo dessa HQ é “A Comédia Trágica ou a Tragédia Cômica de Mr. Punch”. Eu resumi o nome por motivos óbvios. Essa HQ foi escrita pelo melhor roteirista de comics da atualidade, o incomparável Neil Gaiman. Para os leigos, ele é o autor da obra prima Sandman e já ganhou diversos prêmios de literatura pelos seus trabalhos literários e quadrinistas. Essa HQ foi lançada em 1994 quando o autor já estava encerrando Sandmane tem cerca de 90 páginas.

Mr. Punch trata de memórias, mais especificamente memórias de infância e perda da inocência. Um garoto que passa uma temporada com os avós, na costa britânica, descobre estranhos segredos de sua família, como os problemas mentais – e morais – do avô e um tio cuja doença não pode ser mencionada. E tudo parece se juntar ao teatro de bonecos que o garoto assiste na praia.

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O garoto relembra vários eventos e, exatamente como acontece quando tentamos contar uma história há muito acontecida, vai juntando fragmentos de épocas distintas, misturando, reorganizando e criando. Isso é bem trabalhado nas ilustrações da graphic novel, que usam fotografia, montagem, desenho e pintura para apresentar as lembranças entrelaçadas à realidade.

A obra é um espetáculo visual. O desenhista é o o David McKean, ele foi considerado um dos melhores desenhistas dos anos 90, e fez parceria com o Neil Gaiman por muitos anos. Mesmo com um bom enredo, esse HQ tem um erro fatal. O autor utiliza muito da cultura britânica nessa obra, cultura que a maioria dos leitores estrangeiros não conhecem. Isso faz com que os desavisados não consigam aproveitar todo o potencial da obra.

O teatro com o casal de bonecos Punch e Judy é uma tradição britânica pelo menos desde o século XVII. A história varia um pouco, mas quase sempre envolve Mr. Punch não conseguindo cuidar do bebê do casal e aí leva pauladas da esposa Judy, até que chega um policial para resolver o caso. Essa é uma narrativa conhecida por todos os ingleses, assim como o “bicho papão” é conhecido aqui no Brasil. Como eu não tenho conhecimento o suficiente dessa cultura fica difícil entender se Gaiman e McKean respeitam ou distorcem o original. Por exemplo eu não sei se se a história é realmente violenta ou se foi apimentada para os fins da graphic novel.

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Deixando essa consideração de lado, vamos voltar a falar da obra em si. Eu tinha comentado de como a arte é boa, mas é provável que muitos leitores de mangas estranhem o visual dessa HQ. Seus cenários são muito realistas mas as expressões faciais tem características expressionistas. Eu particularmente gosto do estilo, mas ele é um pouco ofensivo na primeira vez que se tem contado com a arte do McKean, principalmente nessa obra. Em alguns pontos essa arte torna as cenas mais assustadoras do que você pode imaginar. Eu vou colocar abaixo uma sequência de duas páginas do teatro de bonecos para vocês entenderem do que eu estou falando.

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Essa HQ tem ótimos diálogos, dignos de um livro que ganharia um prêmio literário. Mas esses ótimos diálogos não mudam o fato da narrativa ser cansativa. Esse pode ser considerado um problema para a obra. Leitores acostumados com leituras mais sérias e pesadas, como livros ou obras mais realistas não se importarão, é até capaz que eles apreciem a narrativa. Mas a maioria dos leitores de mangas iria se sentir um pouco entediado com essa narrativa.

Conseguindo superar a narrativa e após entender um pouco sobre o teatro de bonecos Punch e Judy eu pude aproveitar a leitura. O enredo do garoto se entrelaça com o teatro de bonecos. A história é muito mais séria e violenta do que eu imaginava inicialmente, principalmente com o fato da arte conseguir fazer algumas das páginas mais horripilantes que eu já vi.

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Quando eu terminei de ler a obra eu fiquei um tempo em silêncio. O roteiro é impressionante, e é sem dúvidas uma das leituras mais assustadoras que eu já li. Para os preparados essa é uma HQ única, mas o fato de ser necessário conhecer um pouco da cultura britânica e estar acostumado com narrativa literária são alguns pontos fracos da obra e não permitiram que ela conseguisse uma posição melhor.

Nesse texto eu expliquei o principal pré requisito para ler essa obra, que é saber o básico sobre teatro com o casal de bonecos Punch e Judy, mas eu só recomendo essa obra para leitores que estão acostumados com uma narrativa mais séria.

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6°Colocado – Os Pequenos Guardiões: Outono de 1152 capítulos 01-06 COMPLETO

Essa é uma das leituras mais relaxantes que eu li esse mês. Ele tem uma premissa que parece ter saído de um conto infantil, mas ele surpreende. A obra foi recomendada pelo João, amigo meu que participou da review de The Boys e da review de Watchmen, que ainda não foi lançado. O título original da obra é “Mouse Guard”, a obra tem diversos arcos e foi escrita e desenhada por David Petersen. O primeiro arco, intitulado de “outono” tem seis capítulos e foi lançado em 2006 nos EUA e em 2008 no Brasil.

Primeiramente vamos falar do cenário onde se passa essa agradável aventura. Em um mundo hostil e repleto de predadores, os ratos lutam todos os dias pela sua sobrevivência e bem-estar das suas moradias. Para a proteção do povo foi criada a Guarda. Depois de vencida a guerra do Inverno 1149 contra o general-doninha, veio um período de certa calmaria e então a Guarda passou a ter outras funções. Sentinelas, meteorologistas, acompanhantes e exploradores substituíram os soldados. A Guarda localiza-se na cidade de Lockhaven.

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Nessa jornada acompanhamos uma jornada onde um grupo de membros da Guarda precisa impedir um traidor que deseja dominar todo o reino. Não se iludam com a figura dos ratinhos, a obra tem um enredo sério e inacreditavelmente agradável. Para vocês terem ideia do potencial dessa obra, ela venceu diversos dos principais prêmios do mundo das HQ’s no ano em que a obra foi lançada, como: Melhor HQ independente do ano, Melhor minissérie de 2006, Melhor HQ indie do ano, Melhor artista independente e Melhor estréia, etc. Um RPG baseado no mundo de Mouse Guard foi lançado em 2008, mesmo ano do lançamento de Dungeons and Dragons 4ed. e o RPG dos ratinhos destronou o soberano D&D e ganhou o troféu de melhor RPG de 2008 pela Origin Awards (Oscar do mundo dos RPG’s).

No primeiro capítulo temos a apresentação de três guardiões Lieam, Kenzie e Saxon, que saem em busca de um mercador de grãos desaparecido. De uma simples busca, a trama toma outra proporção ao descobrirem uma possível traição e terem que lutar contra uma enorme serpente. Todos os personagens foram convincentes e o narrativa foi ótima.

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Durante a obra somos apresentados a outros guardiões, temos batalhas, sacrifícios, reviravoltas, um ótimo enrede e muitas frases de impacto marcantes. Entre elas eu gostei muito da frase “Não importa contra o que se luta. Mas pelo que se luta.”

A arte gráfica tanto dos cenários quanto dos personagens é de alta qualidade, recomendado para aqueles que apreciam não somente a história, mas sim a arte dos quadrinhos. O autor usa a coloração com perfeição, utilizando muita as cores ternas do outono mas quando necessário ele uso cores fortes e escuras com perfeição. Os ratos conseguem passar seus sentimentos com clareza mesmo não sendo humanos, cateterísticas que poucos autores conseguem fazer tão bem.

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Minha única reclamação é o tamanho da obra. O enredo é ótimo, mas devido a seu curto tamanho ele acaba sendo bem corrido. Eu adoraria ter visto essa mesma história em um intervalo de 12 capítulos. A história iria se desenvolver mais lentamente e os acontecimentos seriam mais impactantes.  Acho que eu li toda a obra em menos de 30 minutos.

Eu recomendo essa obra para crianças e adultos. Acho que adolescentes que são muito fans de lutas exageradas, não sabem apreciar uma boa arte e gostam de histórias com moralismos e heroísmos baratos não vão gostar muito. Eu adorei a leitura e pretendo comentar dos próximos arcos e fazer uma review da obra no futuro.

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5º Colocado The Pro capítulo único

The Pro é um comics de Garth Ennis, um dos melhores roteiristas de comics da atualidade. Ele é o autor de obras aclamadas como The Boys, Hellblazer, Preacher, The Punisher e muitos outros. Seus enredos têm um toque de crueldade e realismo único e eu o considero o autor mais cruel que eu já vi na vida. Ele faz questão de fuder com todos seus protagonistas.

Esse comics foi lançado no Brasil com o nome de “A Profissional”. Ele tem uma premissa simples e boa. Uma entidade faz uma aposta de que qualquer humano tem potencial para se tornar um herói. Para provar sua teoria, super poderes são dados para uma prostituta de rua. Ela é recrutada pela “Liga da Honra”, que é uma sátira da Liga da Justiça.

Ela usa seus poderes de formas nunca vistas antes em um comics. Ela se vinga de antigos clientes de forma brutal, faz 1000 boquetes em uma noite, mija na cara de uma vilã na frente de centenas de pessoas, entre outras coisas, que não vou falar para não acabar com a graça.

Ela enfia realismo na cabeça dos heroizinhos da justiça, mesmo eles se recusando a acreditar que o método deles é inútil em uma sociedade séria. Para fans de obras de Heróis, A profissional, de qualidade, é diferente de tudo que você já leu.

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4°Colocado – Kick-Ass capítulos 01-08 (Primeiro arco)

Kick-Ass foi escrito por Mark Millar e desenhado por John Romita Jr. A obra foi laçada em 2008 e o primeiro arco está completo contendooito capítulos. Já foram lançados mais dois arcos, um do Kick-Ass e um da Hit-Girl. A obra recebeu um filme em 2010 e terá uma continuação em 2013.

A premissa da obra é bem interessante e promissora. Dave Lizewski é o típico garoto excluído de seu colégio, que mora com o pai viúvo. Ele é louco por gibis e histórias de super-heróis, o que acaba o influenciando na idéia de se transformar em um “herói da vida real”, combatendo o crime em Nova Iorque,mas seu diferencial é que ele não possuí nenhum poder.

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Sem a menor sombra de dúvidas a HQ é bem melhor que o filme. As pessoas tem tendência a gostarem mais do que conhecem primeiro, seja um filme, música ou quadrinho e eu não sou exceção. Teve diversas vezes que eu escutei um cover antes de escutar a música original e acabei gostando mais do cover, mas em Kick-Ass essa hipótese nem foi cogitada.

O início do manga é ótimo. Ver o garoto ser massacrado ao tentar combater o crime é realisticamente cruel e satisfatório. Como a maioria de vocês devem saber, eu não suporto falsos moralismos, mas o do Kick-Ass é perfeitamente realista. Ele é apenas um garoto que se sente melhor com o uniforme e quer atenção, ele nunca fez isso de forma altruísta e imbecil. O protagonista do comics é muito mais convincente e carismático que o do filme, algo muito importante para a leitura ser prazerosa.

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Conforme ele vai fazendo o seu “trabalho” ele acaba se deparando com a Hit-Grils e o Big-Daddy. Dois super-heróis de verdade, que as vezes fazem o Wolverine parecer iniciante. Eles massacram tudo que aparece na frente deles, sempre agindo como profissionais treinados com tendências sociopatas. é óbvio que uma menina de 10 anos conseguir dividir alguém no meio usando uma espada com apenas uma mão é absurdo, mas estamos falando de uma obra sobre super-heróis, onde Kick-Ass ainda assim tem mais realismo que a grande maioria.

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A arte é boa e faz o seu trabalho. O desenhista capricha principalmente nos desenhos de página inteira e nas cenas de ação. A coloração é sempre viva fazendo com que a obra tenha sempre um clima mais animado, raramente fazendo uma cena com impacto melodramático.

O desenvolvimento é agradável e a leitura é rápida e divertida. Temos algumas diferenças bem grandes entre o filme é a HQ. No filme ele não sente mais dor após o acidente, algo que não ocorre na HQ. A relação familiar da HQ é muito superior e acaba sendo um dos pontos mais fortes do início da HQ. Os amigos do colégio são mais desenvolvidos no filme, mas honestamente, eles não adicionam nada a obra.

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A Hit-Girl é mais violenta e cruel na HQ, mas no filme os movimentos  dela ficam bem mais acreditável do que na HQ, sendo um dos poucos pontos fortes do filme em relação a HQ. A relação entre o Kick-Ass e a dupla familiar ocorre de forma meio idiota no filme, sendo bem mais interessante na HQ (ele é sequestrado e chantageado pelos dois). E por fim, mas não menos importante, a HQ não tem aquele romance idiota que é tradicional nos filmes americanos, o Red Misty é um personagem mais interessante na HQ e o final da HQ é MUITO superior ao do filme.

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Kick-Ass é uma HQ extremamente violenta, mas muito divertida, que se não reinventa o gênero de super-heróis, pelo menos conta uma história diferente. A edição da Panini está caprichada, com capa dura e papel de luxo. Como extras, foram incluídas as capas originais, esboços do desenhista e trechos do roteiro. A edição é ótima mas o preço é salgado. Recomendo a compra para fans de super-heróis, fora eles vale mais a pena comprar obras mais sérias. A leitura é altamente recomendada para todos que gostam de um pouco de violência desnecessária e uma leitura agradável.

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3°Colocado – Batman the World of the Dark Knight volume único

Essa foi uma das melhores compras que eu já fiz. Eu encontrei o livro em uma livraria e imediatamente fiquei impressionado. Ele tem uma qualidade de material impecável. Capa dura, páginas de tamanho A4 de alta qualidade, totalmente colorido e extraordinariamente bem organizado. O livro não é uma história, ele explica tudo o que um fan deseja saber sobre o Batman. Ele explica cada arco, geração, vilão, amigo,  e qualquer outro assusto que tenha relevância.

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O mais impressionante é a organização. Ele é organizado de forma  fantástica, o livro todo é feito através de páginas duplas, onde cada uma é um capítulo. Todas as páginas são cheias de imagens chocantes de alta qualidade, com uma harmonia perfeita. Após paquerar o livro por uns 15 minutos eu fui checar o seu preço. Pela qualidade da capa e das folhas, pelo tamanho do livro, e pela coloração de altíssima qualidade eu estava esperando um valor de no mínimo 90 reais. Quando eu percebo que o livro estava custando apenas 50 reais eu fiquei perplexo.

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Eu entrei em um estado de negação, era bom de mais para ser verdade. Normalmente um comics com capa dura em versão definitiva custa um presso muito superior. O “The Preacher” por exemplo, cada edição custa 90 reais, e a qualidade do material do Batman the World of the Dark Knight era muito superior. Eu comprei o livro imediatamente. Eu estava endividado, mas se eu não comprasse eu iria me arrepender amargamente, era o último exemplar na livraria.

Eu já me peguei folheando o livro dezenas vezes. Só folhear ele já é prazeroso, e o autor conseguiu fazer uma das melhores dinâmicas de imagens e leitura que eu já vi. O autor escreve apenas o necessário, e faz você entender a situação mostrando as imagens ideais. O livro revela cada reviravolta na história do justiceiro das trevas. Esse guia supremo traça toda a carreira do Batman, com todos os detalhes de suas aventuras, batalhas e inimigos.

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O autor não deixa nada passar. Eu achava que entendia um pouco sobre o Batman, mas após terminar de ler o livro eu percebi que eu não tinha visto praticamente nada. Foi apresentado a arcos da obra que eu nunca tinha ouvido falar, assim como eu me deparei com muitos universos paralelos interessantes. Eu estou pensando seriamente em trazer um deles para o ranking semanal assim que eu terminar Crossed Badlands. Pretendo fazer uma enquete com algumas opções de comics, e podem ter certeza que vocês iram ver alguns sobre o Batman.

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Como você devem ter percebido eu recomendo fortemente a compra dessa edição. Procurando na internet eu encontrei o mesmo livro sendo vendido por valores entre 75 e 120 reais e ainda estaria valendo a pena. Se você tiver a mesma sorte que eu tive de encontrar por 50 reais não perca a chance de obter esse livro fantástico. Irei pesquisar se eu encontro mais edições do gênero sobre outros heróis.

Para os interessados em comprar o livro, eu o comprei na Saraiva. Online ele está custando 58 reais, se tiver alguma Saraiva perto de sua casa de uma checada que vocês podem encontrar mais barato: http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/4090255/batman-the-world-of-the-dark-knight

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2°Colocado – Arawn capítulos 01-03

Essa é uma HQ consideravelmente curta. Ela terá em sua totalidade 250 páginas e sua arte é simplesmente fenomenal. A coloração é fantástica,  todos os cenários são impactantes, o sombreamento impecável e o estilo gótico medieval de arte combinou perfeitamente com o roteiro.

O protagonista não é ninguém menos que o rei do inferno. Não pense que ele é um cara vermelho com chifres e rabo pontudo. Essa é uma HQ européia, e o estilo é totalmente diferente dos padrões americanos. Ele tem uma aparência de um homem, ele usa uma armadura completa com detalhes que lhe dão um ar de superioridade, ainda mais quando ele está sentado em um trono feito de ossos. Ele não nasceu um Deus, ele já foi um mortal que conseguiu seu posto após muitas batalhas.

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Ele é o protagonista e narrador da história. Narrativa com ótimo linguajar e ritmo, característica comum em comics europeus. Ele conta a história de guerreiros do passado, e a obra está longe de ser uma obra infantil. Ela tem um toque cruel de realidade misturado perfeitamente com um mundo sombrio de fantasia. Temos traição, inveja, ódio, paixão, desejo, vingança e tentação.

ARAWN_12Essas história vão se mesclando de forma magnífica e mostram como que o Arawn se tornou o rei do submundo. O primeiro volume, conta a profecia Celta do surgimento de um deus, e como os mensageiros dos elementos: a água, o fogo, a terra e o ar, revelaram uma essa profecia. Uma guerreira terá quatro filhos, quatro heróis… um Urso, um Cervo, uma Serpente e um Abutre. O primeiro será igual a um deus, o segundo terá o coração devorado por vermes, o terceiro será assassinado enquanto dorme e o último trairá seu sangue. Eles lhe prometeram mais: o ódio, o vazio… seus quatro filhos com suas Relíquias Sagradas se enfrentariam numa luta sem misericórdia, e nenhum sobreviverá!

Nesse ponto eu  já estava totalmente impressionado com a obra. Essa foi uma das premissas mais fodas que eu já vi. Começamos com a narrativa do senhor do reino das chamas e da dor, presenciamos o início de uma jornada com muito mais seriedade que outras obras do mesmo gênero, sem falsos moralismos e repletas de egoismo, e por fim temos a profecia mais foda que eu já vi. Tudo isso em apenas um terço do primeiro capítulo.

Em seguida presenciamos o inicio da jornada dos quatro irmãos que são assombrados por essa profecia. Cada um teve que enfrentar um desafio envolvendo os quatro elementos primordiais . Todas as quatro jornadas estão sendo bem trabalhadas, tendo boas batalhas, bons diálogos, e uma coloração característica para cada uma delas.

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Durante esses três capítulos o enredo dos quatro irmãos se entrelaça de forma viciante, com uma continuidade sem falhas. Os personagens são desenvolvidos e suas jornadas são dignas de filmes. Mas não acho que um filme faria jus a arte fantástica que esse comics tem.

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A leitura é rápida e absurdamente prazerosa. Personagens fortes, enredo sério, uma jornada viciante, narrativa perfeita e arte magnífica. Qualquer leitor que gostar de aventuras épicas como Berserk ou Senhor dos Anéis vai adorar essa obra. Nesses três capítulos Arawn consegue desenvolver em 150 páginas o enredo de modo que muitos mangas não conseguem fazer em 20 volumes. Sem contar que sua arte é tão linda que consegue bater de frente com a maioria dos mangas do nosso top 10 Mangas com Melhor Arte.

Recomendo essa leitura para qualquer um, e estou ansioso para que o final dessa história seja lançado. O quarto capítulo já foi lançado e sua tradução já foi anunciada e aparentemente o quinto capítulo será o último. Estou esperando ansiosamente para ver a continuação dessa ótima HQ, e quando ela for concluída iremos fazer uma review.

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1°Colocado – The Boys

Fizemos uma review da obra com tudo o que vocês precisam saber. O texto está sem spoilers e o podcast foi dividido em duas partes. Uma sem spoilers e a outra comentando os principais acontecimentos até metade da obra. The Boys é uma das obras que me fez começar a ler HQ’s, e é sem dúvidas uma das minhas preferidas.

Link para a review: https://ecchimustdie.wordpress.com/2013/01/27/hq-review-the-boys/

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Imbecil do Mês

Eu sei que eu já comentei desse personagem no ranking semanal, mas ele não é o o cara mais imbecil que eu li na semana ou no mês, ele é um dos mais imbecis que vi na vida. Com certeza o personagem mais imbecil foi o Edmund de Crossed Badlands. Ele fez tantas idiotices nesse arco que eu perdi a conta, sem contar sua tara ignorante por bundas. Entre elas temos: transar com um cadáver porque um estranho falou para ele fazer isso, atirar em uma aliada, se esconder no armário e desmaiar enquanto a mãe é estuprada e assassinada, dizer para uma gangue de motoqueiros que ele matou uma amiga deles e depois violou o corpo, confiar em uma mulher que ele amarrou embaixo de uma mesa, etc. É impossível ser mais idiota do que ele.

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MVP do Mês

O personagem mais foda do mês foi o Arwn da HQ com mesmo nome. O cara é simplesmente cabuloso, nunca tinha visto uma aventura de estilo épico com um protagonista tão foda. Ele só não é perfeito porque ele cometeu o mesmo erro que muito outros cometeram, se apaixonou por uma mulher. Mas o personagem foi abandonado pela mãe quando criança. cresceu vendo brutalidade, se tornou um guerreiro invejável e conquistou um reino com as próprias mãos. Tem personalidade forte e nunca abaixa a cabeça para ninguém. O personagem é simplesmente fantástico.

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Imprevisível do Mês

Sem a menor sombra de dúvidas o personagem que me deixou boquiaberto foi o Butcher de The Boys. Eu não vou falar nada do que aconteceu porque é do final da HQ, e eu recomendo essa obra para todos os seres vivos na Terra (que não sejam fanboys de Naruto).  A obra é imprevisível o tempo todo, ms o final foi algo alem do possível, o Garth Ennis criou uma obra prima.

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Espero que vocês tenham gostado desse projeto pessoal, pretendo continuar ele por bastante tempo. Agora vamos falar da noticia bombástica que eu comentei no início do post. A partir da semana que vem o ranking semanal vai sofrer uma mudança brutal. O ranking agora vai conter as opiniões de todos os membros do grupo, se tornando o Ranking Semanal do EMD, e não apenas um ranking semanal pessoal. Com isso o número de obras e opiniões vai aumentar de forma estrondosa e até começaremos a adicionar animes no ranking. Eu vou continuar organizando o ranking semanal, então podem ter certeza que ele vai continuar tão organizado quanto é agora, e com a ajuda do Trilles ele pode até ficar ainda mais organizado.

Nos vemos semana que vem e comentem o que vocês acharam do Ranking Mensal de HQ’s e o Ranking Semanal do EMD.

32 pensamentos sobre “Ranking Mensal de HQ’s #1 – Invasão ocidental!

    • Não falei de Nórdicos pq eu falei de capítulos separados e faz bastante tempo. Não tive tempo para reler e escrever uma opinião geral dos arcos. Mas no futuro eu pretendo fazer uma review.

  1. Gostei do ranking mensal de Hqs,concordo plenamente com a posição das Hqs só discordo da posição de Arawn acho que devia estar em primeiro(mas isso é porque eu li a obra completa,e acredite a obra fica muito mais foda daqui pra frente).

    Ps1: Indico-lhe a hq Nikopol ela pode ser achada no site http://ndrangheta-br.blogspot.com.br/(provavelmente,como sabe o midiafire excluiu os arquivos deles)

    Ps2: Acho que o ranking semanal do EMD pode se tornar confuso pela grande quantidade de pessoas nesse projeto.

  2. Onde posso encontrar “Os Pequenos Guardiões” não achei para baixar. Se quiserem uma recomendação de HQ recomendo “As aguias de Roma” já tem 3 cap traduzidos na net, vale a pena ler.

  3. Cara, vlw pelo post… tem dois desses que já li/ to lendo por recomendações sua, e tem mais outros dois que me interessa ler tbm…

    Mas cara, me tira um duvida,
    Vi que The Boys traduzido, tem ate o volume 44, mas pelo comentario do imprevisivel, dá a impressão que é a obra já tá terminada em inglês, é isso mesmo ?

    Vlw

  4. Tenho pouquíssimo contato e conhecimento de HQs, mas pretendo dar uma chance, comecei The Boys e vou ler Sandman também….

    ps: Essa estória de ranking semanal com todo o pessoal do EMD não é 1º de abril não né ? Porque, pqp já caí em umas duas notícias fakes hoje -_-

  5. De todos os outros sites sobre mangas/animes, vocês tem os gostos que mais se aproximam do meu. Por favor, me digam qual de vocês é a teu, pois a primeira vez que entrei no site(pra baixar o cast de Shingeki) acho que li algo sobre.
    Estupratom, não sei o que significa MVP e estou com preguiça de procurar, por favor, responde esse e-mail me dizendo o que significa.

    Ps: Foda-se Fairy Tail. Hail, seinens.

    • Acho que todos os membros do grupo são ateus. Talvez o Thomas ou a Jéssica não sejam mais eu não tenho certeza.

      MVP – Most Valuable Player. MVP é uma termo que uso para mostrar qual foi o melhor personagem da semana no ranking semanal ou o melhor do mês no ranking mensal.

      Esse termo é utilizado em diversas premiações e é muito frequente em jogos.

      Porque o interesse sobre nossa opção religiosa?

    • Eu fui um pouco genérico, na prática eu sou um ateu agnóstico. Não acredito que uma divindade ou mais divindades existam, mas que não nego a possibilidade de suas existências. Não acho que o ser humano tem capacidade ou conhecimento para entender ou decifrar algo onipotente que no quesito de complexidade superaria todas as ciências juntas caso existisse.

      Um ser insignificante como o humano dizer que segue a vontade de algo que nem entente é um prepotência sem limites. Não tenho nada contra a fé, mas não suporto religiosos que veem a suas crenças como verdades absolutas. Fé é acreditar em algo inexplicável. Não existe fé errada ou fé correta, é algo individual e pessoal que não está relacionado com as verdades do universo.

  6. A pergunta que não quer calar é: onde baixar os HQ’s, de preferência em português.

    Alguns eu já li/estou lendo como Kick-Ass e The Boys, mas o resto não sei onde encontrar pra ler.

    BTW, gostaria de indicar uma HQ francesa que li e que gostei muito, que inclusive foi publicada em português pela Panini: I Am Legion.

  7. Recomendo uma comic para o rank de hqs. A história é muito boa, a arte não deixa não deixa nada a desejar e não é muito extensa (tem 4 edições), estou falando de Super Criminosos.
    link: http://aspasnoir.blogspot.com.br/2012/12/super-criminosos-04-edicoes.html

    Eu gosto da maioria das Hqs do Mark Millar (criador do Kick-Ass) inclusive vou deixar outras recomendações dele se vocês quiserem dar uma olhada. Superior, Wanted e Nemesis. Esta ultima divide opiniões, mas eu gosto dela. O bom é que todas essas tem poucas edições e são histórias fechadas que dá pra ler numa tarde.

    Outra recomendação é Y – O último homem esta é mais extensa, tem 60 edições, e é de outro autor, mas a história é brilhante, uma excelente ficção especulativa.
    Bom, espero que gostem das recomendações e boa leitura.

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