EMD Cast #135: Review – GUNNM

Chegou, então, nossa review do aclamado GUNNM.

 

GUNNM

O que poderiamos esperar de uma obra lida a anos pelo Estupratom, disso não sabemos. Por isso que depois de tanto ouvirmos falar deste manga resolvemos finalmente fazer uma review.

Então equipados como ciborgues prontos para a batalha, o EMD vai para a luta no podcast de GUNNM. Será que esse manga é tão bom assim? Será que Gali é na verdade Alita, uma adolescente mimada? Ou será que precisamos refazer esse podcast?

Tudo isso e muito mais em mais um EMD Cast?

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Lembrando que recomendamos que baixem nossos podcasts.

Para fazer o DOWNLOAD e/ou ESCUTAR ONLINE4shared.     [SEM SPOILERS]

EMD Cast #135_ Review – GUNNM.mp3

– Informações Gerais –

Onde baixar: MangaTraders (inglês) e nas bancas ou sebos no Brasil.
Status: terminado.
Volumes: 9.

Para ler mangas online escolham sempre a Central de Mangás!

*Para saber sobre as músicas utilizadas no cast ou caso tenham qualquer dúvida, entrem em contato conosco.

24 pensamentos sobre “EMD Cast #135: Review – GUNNM

  1. Por algum dos podcasts de vocês alguém falou muito bem de GUNNM, provavelmente era o Estupra, por isso comprei GUNNM inteiro pela comix, nem preciso comentar oque estou sentindo agora😦 Pô Trilles, você me salvou de um download, estava quase baixando Bokurano. ”Yotomerda” – vocês poderiam falar o nome real do mangá por favor ? Vou ler o primeiro volume agora MPD Psycho, parece ser uma boa obra pelo oque falam.

    Desculpa, ter fugido muito do post… mas, queria algumas recomendações de Slice of Lifes boas mais desconhecidas.

        • Eu comento de Noise no podcast de Blame. É um prequel de Blame por isso não há motivo de comenta-lo fora do contexto, lá eu explico a função de Noise para Blame e aquilo já é o bastante.

  2. Quando tomei ciência de GUNNM pela primeira vez fiquei achando que era uma obra sci-fi séria, como os mangás do Nihei, e tinha fé na personagem principal feminina. Não esperava que fosse apenas um mero battle shounen. Pelo menos vou ler a obra com o hype certo e ver o filme daqui a 3 anos. Pretendo ler Bokurano também, já estou enrolando a leitura desse mangá faz tempo. Se fosse fazer uma atualização do Top 10 personagens femininas de shonen e seinen, colocaria a Nausicaä (do mangá) no lugar da Bella-man (Ri nessa parte, rsrsr).
    Na minha regra dos quinze anos só existe Super Patos Novas Aventuras, gibis da Disney e Mighty Ducks (Disney Cruj), mesmo quando era pequeno eu não gostava de coisa chata, tinha bom gosto. Eu ainda dou uma olhada nessas obras hoje em dia e ainda acho legal, alem de assistir na época desenhava fanarts também.
    E tenho a curiosidade para ver Otoyomegatari em um podcast ou pelo menos no próximo Melhores e Piores mensal (sem as obras semanais) se tiver.

    • Provavelmente falaremos de Otoyomegatari em alguma ocasião futura. Só deixo claro que não desgostei de Bokurano. Não lembro o que falei no cast sobre o manga, mas a intenção era dizer que me decepcionei, porém, não é de má qualidade. Mas sobre isso, minha opinião ficará explícita no Primeiras Impressões que está sendo montado sobre o manga.
      Obrigado pelo comentário, Shaturanga.

  3. Estava com saudades dos podcasts.
    Eu estava vendo aqui algumas reviews antigas do site e a argumentação nos podcasts baseava-se principalmente em “gostei disso, não gostei daquilo”. É incrível ver o quanto o senso crítico do EMD aumentou em um período relativamente curto. Nessa questão eu parabenizo todos os membros do grupo; parabenizo principalmente o Lucas, que simplesmente deu uma aula sobre arte nessa review.
    O texto apesar de curto complementou muito bem algumas ideias do podcast. E sinceramente, não tem motivo para ficar maior; tem duas horas aí de um conteúdo de qualidade falando sobre a obra.
    Eu gostaria de ver uma review sobre alguma obra com um gênero diferente do usual, afinal, já faz um tempo que eu não vejo nada fora dos seinen/shounen (também faz um tempo que não aparece um 10 ai, né).
    Eu nunca achei que um personagem narrar seus movimentos fosse um problema, afinal, quase todos os shounens utilizam esse artifício. Não sei ao certo se HxH o usou durante todo o anime, mas no episódio que eu acabei de assistir (107) usou. E coincidentemente a luta foi fraca. Na verdade, eu achei a luta do leão bem desnecessária. Por que diabos o anime cobriu uma luta que não faz diferença para o enredo? honestamente, já foram cortadas algumas lutas desse tipo que seriam bem melhores.
    Aproveitando a regra dos 15 anos, eu não acho que daria muito certo você reler a Era de Ouro, Trilles. Aposto que sua nota no mínimo iria cair.
    Por fim, eu desejo um bom natal a todos e até mais.

      • Na verdade você não citou nada negativo e nada sobre reler Berserk, apenas digo isso porque acho que esse arco em especial (não estou falando da obra inteira. O volume que eu acabei de ler foi de fato estupendo) tem vários pequenos erros de continuidade e conveniências de enredo que acabam se tornando uma bola de neve com o passar do tempo. É obvio que você não irá odiar a obra nem nada do tipo, mas se você não relevar com certeza a nota cairá um pouco.
        Pensando bem eu acho que exagerei um pouco, porque cada erro de continuidade pode ser dado como trivial se considerar as numerosas qualidades da obra.
        Exemplos desses erros são quando o Gutts mata 100 cavaleiros armados sem nem ter se tornado o Batman ainda e quando a princesa é envenenada mortalmente, os falcões matam todos os caras da religião de assassinos e ela aparece saudável poucas horas depois. Claro que esses são só os que eu estou lembrando agora, mas esse tipo de coisa acontece principalmente enquanto o Gutts está lutando com ordas de figurantes.
        PS: acho que você deu o maior spoiler da obra que alguém poderia dar em um pagando de críticos quando disse que o Gutts mata todo mundo. lol

        • O pior ponto da obra está justamente nas batalhas, Eduardo. Guts não parece ser um humano comum. Minto. Guts não é um humano comum, embora digam isso a torto e a direito. Porém, mesmo dizendo isso, o colocam matando 100 homens sozinho, matando bichos enormes e afins, caindo de penhascos de uma cachoeira com armadura e saindo ileso… Sei plenamente de todas as incoerências de Berserk. Percebi todas quando li o arco, mas como você mesmo disse, são pequenas incoerências que não mudam o rumo da obra.

          Darei um exemplo. Estou revendo The Walking Dead com a Jéssica, pois ela nunca tinha visto, e estou me deparando com tanta, mas tanta incoerência… E não são incoerências simples como essas de “como a pessoa é tão forte assim”. Não. Personagens são burros. Diálogos são extremamente mal feitos. Ações e reações de vários não fazem sentido, em todas as temporadas da série. E muito ocorre para “foder todos”, apenas para criar um ritmo dinâmico à série.
          Se olhar para Berserk, o ritmo dinâmico não é necessário. Berserk não tem uma narrativa cansativa, com muitos balões de fala e informações desnecessárias, extremamente detalhada. A obra não precisava de tanta luta, mas é uma ferramenta de enredo utilizada por Kentaro Miura para atrair o público mais besta/inocente que só enxerga as batalhas. Assim o manga vende mais e atinge um público mais amplo. Considero sim, algumas falhas maiores que outras e algumas incoerências brabas, porém, não acho que são o suficiente para estragarem a obra. Acho que elas tirariam um ponto de Berserk, deixando sua nota um nove, porém, entro com aquele meu ponto pessoal que comentávamos e dou dez para a obra. Não por ela ser perfeita. Definitivamente não é. Mas por ter um carinho especial pela estória, que foi a de enredo fantástico (de fantasia) mais bem trabalhado e que mais me impressionou até hoje, além de apresentar um desenvolvimento de personagens extremamente lógico por 30 volumes e sem falhas.

          Espero que tenha entendido minha opinião sobre a obra.😀

          Obrigado pelo comentário e até a próxima.

        • Deixo claro, porém, que isso que fiz não é uma lei. Não é porque são erros pequenos que você deve ignorá-los. Não existe uma crítica certa para tudo. Se você não achar que podemos ignorar alguns pequenos erros pela qualidade superior da obra em outros pontos, continue com seus pensamentos. Estou apenas explicando que os erros não são tão graves assim e explicitando que os reconheço, apenas não o considero tanto.

        • Eduardo,o que vc citou sobre a arco da Era de Ouro não tiram nem um pouco a qualidade do arco.O Gatts ser overpower nunca foi problema,e sim algo fundamental que o mangás nos impôs,que é “O Gatts é fodão,ele consegue tudo,ele mata tudo,lide com isso”.Sobre a princesa,quem disse que o veneno necessariamente teria que fazer efeito algumas horas depois?Poderiam ser dias.Então,vc criticou algo baseado em achismo.Seguindo sua lnha de pensamento do que é uma “inconveniência”,qualquer outro exemplo que vc poderia me dar provavelmente cairiam da mesma maneira Logo, analisar e criticar algo não é se prender a pequenas inconveniências ou acontecimentos que foram ilógicos,e ainda acreditar que os mesmos tiram a qualidade de algo.Se vc pensar dessa maneira,todas as obras,sem exceção,são piores do que pensamos.Analisar uma obra e dar uma nota é ver o que ela quer trabalhar no Big Picture,em termos de temas,personagens,cenários e etc. e fazer uma média com o que vc considerou como suas falhas.

        • Discordo plenamente dessa teoria do “lide com isso”, Caio. Se estamos sendo colocados numa estória; se estamos embarcando num enredo, que sentido teria se víssemos problemas nele e tivéssemos que pensar: “dane-se, tenho que lidar com isso”? Incoerência é incoerência. Se ela não era necessária para uma obra e mesmo assim ocorre isso é, sim, um problema. E vai muito além de análise de mangas pura e simples. Em textos de redação de colégio são analisadas certas coisas para que uma nota seja dada, e dentre elas estão coerência e coesão. Apresentar fatos coerentes com o que está sendo dito é o mínimo que um autor pode fazer e é um dos pontos mínimos de qualquer crítica à narrativa e à estória de uma obra. Há de ser coerente. No entanto, como falei para o Eduardo, as incoerências de Berserk são poucos, e tratam-se apenas de incoerências que não mudariam o rumo da estória. Em exemplo, digamos que não fossem 100 homens, mas 30 homens sem arcos e flechas e bestas. Aí fica mais coerente, correto? Afinal, vários ficam de longe na cena com bestas mirando nele e não acertando uma única flecha relevante. Cruzes, ele até mesmo defende-se de algumas flechas com a espada. É definitivamente triste a cena. Como o Eduardo falou, mais parecem fantoches, porém, como dito por mim, se fosse uma cena com menos pessoas com armamentos diferentes já seria algo muito mais lógico. Ou seja, não se trata de uma incoerência completamente prejudicial à obra. Trata-se de uma ferramente usada pelo autor para impressionar o público mais infantil ou mais fissurado por batalhas, utilizado para chamar mais atenção e público, fazendo o manga abranger um público mais amplo e vender mais.

  4. Eu acho um tremendo erro esse tipo de avalição, existem obras e existem obras; existem obras como Berserk que não ficam velhas não so pela arte (Eu gosto no geral da arte) como na historia que se foca em aventura de fantasia medieval e demonios alem do mais Berserk sempre teve uma pagada (e quem com mais de 20 anos não passou 2005 ouvindo Nightwish, Epica e outros… sim meus queridos musica também reflete preferencias) diferente quantos animes/mangas sobre fantasia vcs se lembram rapidamente? lodoss? Vision of Escaflowne? (que diga-se gosto também desses ) Gunnm e diferente porque foi feito para um publico diferente numa época em que os temas que o manga aborda trazia relevância com o cinema trazendo anos antes cyborgues/robos como tema e o proprio sci-fi futuros apocalípticos entre outros; tema esses muito explorado (como o tema de zumbis; vampiros e lobisomens que depois de crepúsculo ta enchendo o saco *apesar disso assisto the vampire diaries*) eu garanto para vocês se a EMD estivesse presente naquela época o julgo da equipe seria totalmente diferente, naquela época GUNNM fazia mais sentido em um contexto geral..

    • Primeiramente, achar um erro nossa avaliação é errado. Não há erro. Não considero errada sua avaliação. Você tem um ponto de vista diferente que não concordo, mas quem sou eu para dizer que o meu é o certo e o seu é errado?

      Já pulando para GUNNM, o grandessíssimo problema do seu texto, caro leitor, é que você se equivoca pensando no geral como o seu nicho. Eu NUNCA fui de ouvir Nightwish, por exemplo, e conheço pessoas com minha idade que sequer ouviram uma única vez metal, power metal e afins, porém, que gostam de Berserk. O que quis provar ao fizer “quantos animes/mangas de fantasia vocês lembram”? Quer dizer que, por existirem “poucos” (o que é errôneo, afinal, existem vários animes e mangas de fantasia), Berserk será bom? Realmente não entendi o que quis passar com essa afirmação. Mas o pior, em minha opinião, foi sua visão do quanto em sentido fazia GUNNM em sua época. Para começar, GUNNM Last Order ainda nem acabou, e em segundo lugar, há filmes hoje cheios de sci-fi que funcionam e que são bem criticados, que aliás, abordam problemas parecidos com os que GUNNM aborda. E para finalizar, o que julgamos na obra não foi apenas seu enredo (que seria o que, em sua opinião, faria mais “sentido” na época, mas já provei que não há motivos para se pensar nisso), mas seus personagens, que são todos horríveis; sua arte, que é fraca no início; seu cenário, que é pouco desenvolvido e por isso não sabemos nada sobre ele até o volume 8; a narrativa da obra, que apresenta diálogos fracos, conexão entre volumes e capítulos mal feita e arcos que passam de um para outro num piscar de olhos e com time skips ainda. Então, sim, GUNNM na NOSSA visão é problemático em qualquer época. Não se trata apenas de seu enredo. E como expliquei, mesmo se fossemos olhar apenas para seu enredo, além de fraco, como já provado com exemplos, não se trata de “fazer mais sentido num contexto geral”, pois há obras até os anos de hoje são lançadas com enredos que tratam dos mesmos temas e são bem criticadas.

      • Existem obras que ganham impacto e potência extra devido a demografia da época e da região, como são os casos de obras políticas como Akumetsu, obras de guerra como Adolf ou obras psicológicas que quebraram todos os padrões de sua época, como Devilman.

        Mas obras futurísticas dificilmente vão ser influenciadas pela demografia devido a seu cenário fictício e muitas vezes abstrato. A obra de ficção científica de robôs Pluto, que supera GUNNM em praticamente todos os sentidos. Pluto trabalha temáticas envolvendo a dualidade sentimental entre robôs e humanos bem melhor do que GUNNM trabalha, sendo que ela faz tudo isso em apenas 8 volumes.

        O maior ponto forte de GUNNM é a sua diversiade fantástica de cenários que mesmo em um ambiente futurístico e completamente diferente do nosso mundo ele consegue mostrar que os principais aspectos da sociedade humana se mantem. Eu comento melhor disso no podcast.

  5. Conheci GUNNM comprando dois volumes aleatórios que encontrei na banca(9 e 11).Achei foda quando li;as lutas realmente eram muito bem feitas(e olha que eu não sou um fã de mangás de batalha),mas o que mais chamou minha atenção foi o fato do autor usar explicações físicas para os golpes,algo bem incomum em obras sobre luta.Outro ponto que me interessou bastante foram as perguntas que ficavam no ar :Quem é Gally?O que aconteceu com a humanidade?até que ponto foi a expansão espacial?,realmente me interessei muito pela hq,não deu outra ,encomendei todos os volumes restantes pela Comix.Não preciso nem dizer o tamanho da minha decepção,descobri que tinha lido apenas a parte interessante de GUNNM ;tudo que eu tinha gostado no mangá só foi explicado no fim (e que explicação bosta!);esses foram os 80 reais mais mal gastos da minha vida.

    • Lembre que o manga não terminou. Metade do último volume não “existe” e a obra continua no manga Gunnm Last Order, que terminou recentemente, tendo quase 20 volumes a mais de leitura.

      Essa troca ocorreu devido a uma mudança de revista.

  6. É verdade.Ainda pretendo ler o Last Order,apesar das falhas ,ainda acho que a obra tem seus pontos interessantes.
    Eu não gostei muito do arco do Motor ball,gostaria que alguns personagens tivessem sido melhor desenvolvidos,mas achei muito coerente a existência do mesmo na obra,pois o esporte é usado como forma de alienação,é uma forma de evitar as revoltas em um lugar onde as pessoas vivem na “merda”,da mesma forma que é feito por muitos governos no planeta .GUNNM apesar de mostrar um futuro pós-apocalíptico mostra uma sociedade muito semelhante a atual.

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